sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Portuguesa Exponor organiza Olive Experience em São Paulo



A Exponor Brasil vai realizar, em paralelo à ExpoVinis Brasil, a Olive Experience, um evento dedicado exclusivamente ao mundo do azeite. Portugal é um dos principais produtores mundiais de azeite.

A feira vai receber um público composto em mais de 90% por profissionais do setor , proprietários de bares, restaurantes e hotéis, atacadistas, distribuidores de alimentos, importadores e exportadores que passam pelo maior evento de vinhos da América Latina.

A Olive Experience será realizada de 26 a 28 de abril, no Expocenteer Norte, Pavilhão Vermelho, em São Paulo, em uma área de 12 mil metros quadrados. O acesso ao público vai ser das 13 às 21 h, para profissionais, e das 19 às 21h, para consumidores.

"Sabendo que o comprador de vinho também é comprador de azeite, e numa lógica de negócio que agrega valor à comercialização do azeite, decidimos criar esta feira que oferece a nossos expositores e visitantes a vantagem de encontrar estes dois produtos no mesmo espaço, à semelhança do que já acontece na Europa e nos Estados Unidos", afirmam os organizadores do evento.

Exponor está no Brasil há 12 anos

A Exponor Brasil é uma empresa portuguesa especializada na organização de feiras profissionais e eventos. No Brasil desde 1999, já foi responsável por mais de 40 feiras e diversos eventos, sendo eles de cunho coorporativo ou mesmo cultural. Pertencendo à AEP – Associação Empresarial de Portugal, a Exponor é o maior organizador de feiras e eventos em Portugal, onde possui seu próprio centro de convenções na região do Porto, norte do país.

Força Aérea dos EUA terá tecnologia portuguesa




A Critical Software, empresa nacional sediada em Coimbra, é a única empresa estrangeira a integrar um consórcio para fornecer serviços de tecnologia de informação para a Força Aérea dos EUA (USAAF).

"Este acordo é o reconhecimento da qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver em mercados maduros e exigentes", explicou à Agência Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da Critical Software.

De acordo com o mesmo responsável, a Força Aérea dos EUA vai adquirir, no âmbito deste acordo, "uma vasta gama de serviços e soluções de TI cobrindo um espetro alargado de operações e missões".

O acordo com a USAAF é "importante, exigente e ambicioso" e terá a duração de "três anos, com mais dois de opção".

A escolha da USAAF pela Critical Software "permite à tecnologia portuguesa estar entre o grupo restrito de fornecedores qualificados" para desenvolver projetos de engenharia de software e TI para o sistema eletrónico da USAAF, congratulou-se ainda o presidente executivo da empresa.

Além de ser "o reconhecimento pelo nosso trabalho", salientou Gonçalo Quadros, a seleção da Critical Software também a coloca no "pelotão da frente das empresas capazes de derrubar as difíceis barreiras à entrada que as organizações norte-americanas colocam no que toca à qualificação da sua cadeia de fornecimento".

A Critical Software foi criada em 1998, para além de Portugal já está presente em mercados como o do Reino Unido, EUA, Brasil, Roménia e Moçambique.

A empresa dedica-se a desenvolver soluções e a fornecer "serviços e tecnologias inovadoras e fiáveis para o suporte de sistemas críticos", orientados aos mercados militares (aeronáutica, espaço e defesa) e civis (indústria, telecomunicações, energia, banca e administração pública.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Grupo automóvel português investirá R$115 milhões no Brasil até 2014



O Grupo português Auto Sueco, representante da marca Volvo, anunciou que investirá R$ 115 milhões no Brasil nos próximos quatro anos. O montante será aplicado na construção e reforma de seis concessionárias de caminhões e autocarros, todas instaladas no Estado de São Paulo.

O primeiro passo desse plano já foi cumprido, com a inauguração da unidade de Guarulhos, SP, um investimento de R$ 16 milhões.

Presente no País desde 2007, por meio de cinco revendas da marca sueca no Acre, em Mato Grosso e Rondônia, o Grupo adquiriu no ano passado a Vocal, tradicional concessionária Volvo no Estado de São Paulo, com outras sete unidades. Com a abertura de Guarulhos, o Auto Sueco contabiliza hoje treze unidades no Brasil.

Tomás Jervell, presidente do Grupo Auto Sueco, maior parceiro comercial da Volvo no mundo, justifica a aposta : “O Brasil é um mercado de grande potencial, principalmente neste momento de grandes movimentações de obras de infraestrutura para a Copa do Mundo e Olimpíadas”.

O  Brasil já responde pela maior parte do facturamento do grupo, com 40%, à frente até da matriz portuguesa, com 35%. Desde a sua chegada em terras brasileiras, o grupo português já aplicou aproximadamente  outros R$ 115 milhões.

A Auto Sueco está presente em outros nove países, entre eles Angola, Espanha, Estados Unidos e Turquia, além, naturalmente, de Portugal.

Portuguesa Exponor organiza Olive Experience em São Paulo



A Exponor Brasil vai realizar, em paralelo à ExpoVinis Brasil, a Olive Experience, um evento dedicado exclusivamente ao mundo do azeite. Portugal é um dos principais produtores mundiais de azeite.

A feira vai receber um público composto em mais de 90% por profissionais do setor , proprietários de bares, restaurantes e hotéis, atacadistas, distribuidores de alimentos, importadores e exportadores que passam pelo maior evento de vinhos da América Latina.

A Olive Experience será realizada de 26 a 28 de abril, no Expocenteer Norte, Pavilhão Vermelho, em São Paulo, em uma área de 12 mil metros quadrados. O acesso ao público vai ser das 13 às 21 h, para profissionais, e das 19 às 21h, para consumidores.

"Sabendo que o comprador de vinho também é comprador de azeite, e numa lógica de negócio que agrega valor à comercialização do azeite, decidimos criar esta feira que oferece a nossos expositores e visitantes a vantagem de encontrar estes dois produtos no mesmo espaço, à semelhança do que já acontece na Europa e nos Estados Unidos", afirmam os organizadores do evento.

Exponor está no Brasil há 12 anos

A Exponor Brasil é uma empresa portuguesa especializada na organização de feiras profissionais e eventos. No Brasil desde 1999, já foi responsável por mais de 40 feiras e diversos eventos, sendo eles de cunho coorporativo ou mesmo cultural. Pertencendo à AEP – Associação Empresarial de Portugal, a Exponor é o maior organizador de feiras e eventos em Portugal, onde possui seu próprio centro de convenções na região do Porto, norte do país.

Força Aérea dos EUA terá tecnologia portuguesa




A Critical Software, empresa nacional sediada em Coimbra, é a única empresa estrangeira a integrar um consórcio para fornecer serviços de tecnologia de informação para a Força Aérea dos EUA (USAAF).

"Este acordo é o reconhecimento da qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver em mercados maduros e exigentes", explicou à Agência Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da Critical Software.

De acordo com o mesmo responsável, a Força Aérea dos EUA vai adquirir, no âmbito deste acordo, "uma vasta gama de serviços e soluções de TI cobrindo um espetro alargado de operações e missões".

O acordo com a USAAF é "importante, exigente e ambicioso" e terá a duração de "três anos, com mais dois de opção".

A escolha da USAAF pela Critical Software "permite à tecnologia portuguesa estar entre o grupo restrito de fornecedores qualificados" para desenvolver projetos de engenharia de software e TI para o sistema eletrónico da USAAF, congratulou-se ainda o presidente executivo da empresa.

Além de ser "o reconhecimento pelo nosso trabalho", salientou Gonçalo Quadros, a seleção da Critical Software também a coloca no "pelotão da frente das empresas capazes de derrubar as difíceis barreiras à entrada que as organizações norte-americanas colocam no que toca à qualificação da sua cadeia de fornecimento".

A Critical Software foi criada em 1998, para além de Portugal já está presente em mercados como o do Reino Unido, EUA, Brasil, Roménia e Moçambique.

A empresa dedica-se a desenvolver soluções e a fornecer "serviços e tecnologias inovadoras e fiáveis para o suporte de sistemas críticos", orientados aos mercados militares (aeronáutica, espaço e defesa) e civis (indústria, telecomunicações, energia, banca e administração pública.

Portugal vai ter 1.ª torre eólica flutuante no Verão



A costa portuguesa vai ter no Verão, pela primeira vez, uma torre eólica flutuante, disse hoje no Porto, o secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho.

"Este Verão teremos a primeira torre eólica flutuante no mar e a seguir vamos abrir concurso para a colocação de mais torres", referiu Zorrinho, à margem do seminário O Sector das Energias Renováveis em Portugal e França: Oportunidades e Parcerias, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa.

O governante sublinhou que a costa portuguesa tem um "grande potencial" energético, com muito sol e muito vento, mas o mar é muito profundo e turbulento.

"O mar português é de maior profundidade, pelo que tem de ser uma tecnologia diferente da que existe. Vamos investir para sermos pioneiros no desenvolvimento dessa tecnologia".

Carlos Zorrinho referiu que Portugal está a dar passos no offshore, mas "ainda não fez tudo o que tinha a fazer no inshore", pelo que vai continuar a ser aumentada a capacidade de produção de energia eólica em terra.

Portugueses estiveram na origem da indústria do queijo no Brasil



O Brasil é o sétimo maior produtor mundial de queijos. A moderna indústria de queijos e de laticínios advém do primeiro ciclo industrial do Brasil no final do século XIX, quando surgiram as primeiras fábricas com máquinas e tecnologia importadas da Europa.

Para pesquisar a rica história dos queijos no Brasil, o jornalista e escritor João Castanho Dias (O leite na Paulicéia e 500 anos de leite no Brasil), viajou do Rio Grande do Sul a Pernambuco coletando material e depoimentos em queijarias e fazendas, num trabalho que uniu cerca de vinte pessoas, entre repórteres, assessores, fotógrafos, ilustradores, e outros profissionais.

O resultado foi a publicação de "Uma longa e deliciosa viagem", o primeiro livro da história do queijo no Brasil.

Dias pesquisou os primeiros cronistas do Brasil e a literatura dos viajantes estrangeiros do século XIX, mais fiéis à realidade.

A primeira queijaria brasileira foi fundada em 1581, na Bahia

Animais inexistentes até então no Brasil, as vacas foram introduzidas no país em 1532 pelos portugueses e a  primeira queijaria surgiu em 1581 no colégio dos jesuítas em Salvador, na Bahia.

A vinda da corte portuguesa, já no século XIX,  “europeirizou” a gastronomia. Então uma mistura da cozinha negra e índia com seus pratos à base de mandioca, milho, feijão e carne de porco, a culinária do Brasil a partir de 1808 seria outra, mais sofisticada nos aparatos de mesa – pratos, talheres, toalhas – e na comida em si com receitas de doces e salgados de origem luso-francesa nas quais não faltavam cremes de leite, queijos, manteiga.

Quem saiu ganhando com isso foi a incipiente indústria de laticínios que ressurge com toda força, sobretudo, no sul de Minas Gerais para abastecer a enorme demanda de lácteos que se verificou na época no mercado do Rio de Janeiro.

Portugal em projecto para criar Mercosul digital


O projecto vai permitir que os contratos online tenham validade jurídica
O projecto vai permitir que os contratos onlione tenham validade jurídica

Se um cibernauta português fizer compras num site brasileiro e for enganado, a que autoridade deverá recorrer para o ajudar? Nenhuma. Enquanto não sair do papel o acordo assinado entre Portugal e Brasil para que os certificados digitais tenham valor jurídico, comprar arte baiana pela internet será sempre uma aventura.

E o mesmo se passa na situação inversa, caso um nordestino se lembre de comprar queijo de cabra da Serra da Estrela numa loja online portuguesa. Nem a DECO nem o homólogo brasileiro ProCom têm jurisdição fora do país.

Este é um dos problemas que poderá ser resolvido no âmbito do Mercosul Digital, um projecto de 9,6 milhões de euros financiado a 80% pela União Europeia .

A ideia é abrir uma espécie de "espaço Schengen" do comércio electrónico entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e os países da União Europeia, promovendo trocas seguras e com certificação digital. Além do investimento em infra-estruturas como banda larga e governo electrónico, o Mercosul Digital inclui a homogeneização jurídica dos contratos de compra e venda na internet.

E o primeiro projecto-piloto deverá ser exactamente entre Portugal e Brasil, os primeiros países a assinarem um acordo que só necessita agora de transposição técnica.

"Na hora que a gente compra dentro do país, não usa uma identificação electrónica", explica Gerson Rolim, coordenador brasileiro do projecto Mercosul Digital, durante um workshop sobre a iniciativa em Lisboa, na semana passada. "Mas se algo correr mal quando compra online fora do país, para quem você vai chorar?", questionou. O responsável frisou que existem, neste momento, 23 milhões de brasileiros com o hábito de fazer compras online. "

É uma grande oportunidade de negócio para as pequenas e médias empresas portuguesas", afirmou o coordenador. Só o comércio B2B (empresa a empresa) valeu 416 mil milhões de euros em 2010. "É um segmento que chega perto do valor do PIB de algumas nações", comparou Gerson Rolim.

"Portugal podia estar a chegar perto disto", reiterou o responsável, para quem este projecto se trata de implementar "uma infovia de comunicação com segurança tecnológica e validade jurídica". Até porque o Brasil arrancou recentemente com uma Bolsa de Negócios na internet, um espaço de match making empresarial, onde já estão inscritas 12 mil organizações. "É preciso implementar a validade do reconhecimento mútuo dos certificados", reforçou.

Apesar de ter sido responsável pela confusão nas últimas eleições presidenciais, o Cartão do Cidadão é um dos principais trunfos de Portugal na validação de certificados digitais. Olivier Piou, CEO da empresa de segurança e encriptação Gemalto, refere que basta um leitor simples de cartões, que se liga por USB ao computador, para usar o Cartão do Cidadão como assinatura digital. "Portugal é um dos países líderes na competitividade e preparação digital na Europa", considerou.

Deputado português visita complexo Aquiraz Riviera e CBP-CE


Carlos Páscoa  (PSD /Partido Social-Democrata), deputado à Assembleia da República  pelo Círculo de Fora da Europa, está hoje em Fortaleza, onde visita o empreendimento Aquiraz Riviera e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP-CE).

O parlamentar português será recebido pelo diretor de Projeto do Aquiraz Riviera e presidente da CBP-CE, Jorge Chaskelmann, e pelo Presidente do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio do Brasil (CCPCB), Rômulo Alexandre.

Formado em Direito e Economia, e tendo exercido a função de administrador de empresas, Carlos Páscoa radicou-se há décadas no Rio de Janeiro, sendo atualmente, na Assembleia Portuguesa, membro da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, da Comissão de Orçamento e Finanças e do Grupo de Trabalho “Associativismo e Comunicação Social na Emigração”.

Secretário de Estado do Turismo de Portugal no Fórum Panrotas 2011



O secretário de Estado do Turismo de Portugal, Bernardo Trindade, é um dos oradores do Fórum Panrotas 2011, que, com o turismo brasileiro em alta em Portugal, está a suscitar renovada atenção, uma vez que tradicionalmente é um evento que reúne “a nata” do turismo brasileiro.

A aguçar o interesse está também o facto de o Fórum Panrotas, que decorre a 28 e 29 de Março em São Paulo, sob o tema “Tendências do Turismo no Brasil e no Mundo”, evidenciar a disputa mundial pelo “explosivo” mercado outgoing brasileiro, com três protagonistas evidentes, o próprio Brasil, que vive uma situação de “grande aquecimento” da procura doméstica, os Estados Unidos e a Europa.

O primeiro painel do Forum, embora tenha como tema “Estruturação e promoção de destinos”, centrando-se nas “experiências e recomendações de destinos consagrados para o Brasil”, uma vez que também os Estados Unidos e a Europa se contam entre os maiores emissores de turistas para o Brasil, não deixa de reflectir essa disputa por atrair as atenções dos turistas brasileiros.

Além de Bernardo Trindade, na primeira sessão do Fórum vão intervir os norte-americanos George Fertitta, CEO da NYC Company – Tourism Development, e Gary Sain, CEO do Visit Orlando, bem como o presidente da Embratur, Mário Moysés.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Rio Investment 2011 conta com apoio da Câmara Portuguesa do Rio



As oportunidades de investimento e de negócios no estado do Rio de Janeiro estarão em destaque no Rio Investment 2011, um evento que vai reunir empresários e investidores de vários países, de 22 a 24 de março, no Rio de Janeiro.

Durante três dias, empresários brasileiros e estrangeiros vão ter acesso a resumos estratégicos dos projetos para a cidade, além de reuniões privadas com autoridades e visitas a locais estratégicos para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

O Rio Investment 2011, que decorrerá centro de Convenções Bolsa do Rio, no centro da cidade, é uma realização do Governo do Estado do Rio e da Infocast, com o apoio da Federasur e da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

As autoridades estaduais estimam que as oportunidades de investimento no Rio, nos próximos três anos, possam chegar a US$ 90 mil milhões de dólares. Petróleo e gás, mineração, construção naval, energia e siderurgia são alguns dos setores com mais potencial, além dos grandes projetos de infraestrutura de apoio à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.
Os associados da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, uma das entidades apoiantes do evento, têm desconto de 15% no pagamento da inscrição, que pode ser efetuada pelo site www.infocastinc.com/rioinvest-port

Para mais informações, consultar 
Câmara Portuguesa de Com. e Ind. do Rio de Janeiro
Av. Graça Aranha, nº.1 - 6º andar - Centro
Rio de Janeiro - RJ - 20030-002
Tel./Fax: 55 21 2533-4189

Momento Brasil: a oportunidade de investimento



O Brasil vive um contexto económico único e as oportunidades de investimento, também estrangeiro, no país multiplicam-se.

O Brasil tem uma tradição de décadas no que respeita designadamente ao sistema de franchising, promovendo o desenvolvimento de novos conceitos e criação de sistemas.

“Com o Momento Brasil iniciou-se agora uma nova fase, com a entrada no país de marcas e sistemas consagrados a nível mundial, assim como com a explosão dos serviços e dos centros comerciais”, explicou no evento organizado pela Associação Portuguesa da Franchise “À mesa com o Franchising” Cristiano Vaz Toste, advogado da Portela, Campos Bicudo e Jaloreto Advogados, com sede em São Paulo.

De acordo com o perfil traçado por Cristiano Vaz Toste e Marcelo Bicudo, convidados pela Caetano de Freitas & Asociados para o evento, realizado no passado dia 1 de Fevereiro, a evolução dos mercados de rua e centros comerciais no Brasil tem sido bastante positiva nos últimos anos, abrindo oportunidades de implementação de marcas estrangeiras no país, nomeadamente em regime de franchising.

Os grandes pólos urbanos, como São Paulo, Campinas e tantos outros são hoje eleitos para a internacionalização das marcas, mas “existem grandes potencialidades noutras zonas de menor dimensão, menos exploradas, onde existe ainda um deficit de oferta de produtos e serviços, sendo um óptimo ponto de partida para as empresas que se querem implementar no país”.

A nova realidade brasileira, onde existe maior poder de compra nas classes emergentes à classe média, faz com que o mercado de marcas estrangeiras seja bastante procurado e aceite, e o posicionamento de empresas estrangeiras no Brasil ganha cada vez maior relevo na decisão de compra dos brasileiros.

Portugal e Brasil desenvolvem actualmente sinergias que permitem a implementação de empresas portuguesas do outro lado do Atlântico. Existem entidades públicas brasileiras, de indústria e de comércio, sociedades de advogados, a Associação Brasileira de Franchising (ABF), que desempenham um papel fundamental na concretização dos negócios. Este ano, a Associação Portuguesa da Franchise estuda a hipótese de levar à Feira de Franchising da ABF, que se realiza entre 8 e 11 de Junho próximo, uma comitiva de empresas nacionais.

Confira a Revista Brasil-Portugal no Ceará nº 5
























Sempre empenhada em divulgar e consolidar a imagem de seus associados, tanto entre si quanto junto ao mercado cearense, a Revista Brasil-Portugal no Ceará, editada pela Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), acaba de publicar a sua quinta edição, com notícias de grande interesse para empresários e executivos e análise sobre as perspectivas para 2011, acordos interinstitucionais, logística e energias renováveis, entre outros.

Com tiragem de 3 mil exemplares, a Revista Brasil-Portugal no Ceará é distribuída gratuitamente.

Para receber um exemplar ou anunciar na revista, basta entrar em contacto com a Secretaria da Câmara Brasil-Portugal no Ceará, pelo telefone 085 3261.7423 ou do email secretariace@brasilportugal.org.br.

Para ler a revista online, acesse o site da CBP-CE clicando aqui.

Hotel Naoum Plaza Brasíla promove Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal


O arroz de pato é uma das receitas típicas oportuguesas que poderá ser apreciada durante o evento 

Em colaboração com a Embaixada de Portugal/InstitutoCamões, a companhia aérea portuguesa TAP e o hotel Dom Pedro Palace, Lisboa, o hotel Naoum Plaza Brasília promove, de 8 a 11 de Fevereiro, a 3ª Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal.

A iniciativa conta com o chef Gentil Martins, do hotel Dom Pedro Palace, a exposição a Arte do Azulejo em Portugal e uma mostra de filmes portugueses.

Leia mais na Revista Hotéis

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NAS ROTAS DA LUSOFONIA - GOA, DAMÃO E DIU - Um território indiano de grande beleza, Património Mundial da Humanidade (UNESCO) antigo Estado Português da Índia, com Goa como capital, desde 1510 até 1961.


 CIDADES E REGIÕES - NAS ROTAS DA LUSOFONIA.

Continuamos hoje, com a segunda publicação, o ciclo de "Nas Rotas da Lusofonia", iniciado  em  9 de Dezembro de 2010, sobre MACAU, na China. Hoje,  esta série não sequencial de postagens sobre cidades/Regiões turísticas localizadas nas Rotas da Lusofonia continua  na Ásia, numa região que  também se destaca por suas características únicas da fusão sincrética entre as culturas indiana e portuguesa.

Trata-se de uma região de grandes belezas naturais e edificadas que constituem  patrimônio histórico valioso, a atestar quanto de excepcionalmente notável foi conseguido por um pequeno país situado no extremo ocidente da Europa - Portugal - ao iniciar no século XV e XVI, a maior aventura marítima de expansão comercial e territorial da história da humanidade, tendo-se tornado no maior Império Mundial no século XVI, sendo então um estado-nação com pouco mais de um milhão de habitantes, que realizou pela primeira vez na história da humanidade a Primeira Grande Globalização Planetária, com presença e domínios em todos os continentes.

Pode, por isso, afirmar-se que se o Renascimento Europeu Cultural - Artístico esteve mais representado por países como a Itália (com as suas Repúblicas-Estados), a França, a Holanda, O Renascimento científico, e também Cultural, e o Mercantilistmo económico que tornou a Europa poderosa, foi liderado primeiro pelos portugueses e, só depois, pelos espanhois.

Mas o que não é menos notável e singular, foi a forma como o colonialismo português conseguiu  introduzir uma cultura sincrética de diálogo integrador com as culturas locais e regionais dos 4 continentes, em que a arquitectura, as artes, os ofícios e as ciências, passando pelos modos de vestir, os hábitos e comportamentos, a culinária e, principalmente, a introdução e expansão da própria língua portuguesa, contribuiram para a edificação de uma unidade sincrética forte que ainda hoje, apresenta indeléveis  e marcantes vestígios mesmo no longínquo oriente.

Goa, Damão e Diu e outras cidades da Índia e outros países orientais, que se constituem como Rotas da Lusofonia são fascinantes destinos turísticos não só de grande beleza como de interesse histórico e cultural e possuem estruturas hoteleiras e outros atrativos, como cidades/regiões, que recomendamos devam ser   visitadas e onde investimentos e negócios apresentam um grande potencial de bom retorno.

Na próxima publicação de "Nas Rotas da Lusofonia", viajaremos até Timor, com breves apontamentos sobre a Indonésia e a Austrália, também viajadas pelos portugueses, como primeiros ocidentais a chegarem ali. Depois, na publicação seguinte desta série, mudaremos de continente e viajaremos pelo Brasil, começando pelo Estado do Rio Grande do Norte e pela sua capital, Natal, por ter sido esta região do Brasil a ser viajada em primeiro lugar pelos navegadores portugueses.
 

Caracterização: 

Goa é um estado da Índia. Situa-se entre Maharashtra a norte e Karmataka a leste e sul, na costa do Marda Arábia, a cerca de 400 km a sul de Bombaim. É o menor dos estados indianos em território e quarto menor em população, e o mais rico em PIB per capita da Índia.

A sua língua oficial é o concani, mas ainda existem pessoas neste estado que falam português, devido ao domínio de Portugal na região por mais de 400 anos. As suas principais cidades são Vasco da Gama, Panaji (ou Pangim, antigo nome português), Margão (Madgaon, pronúncia aproximada em concanim) e Mapusa. Goa, a partir de 1510, foi a capital do Estado Português da Índia, tendo sido integrada pela força na União Indiana em 1961
As suas igrejas e conventos encontram-se classificadas como Património da Humanidader pela UNESCO.

Antecedentes

A primeira referência a Goa data de cerca de 2200 a.C., em escrita cuneiforme da Suméria, onde é chamada Gubio. Formada por povos de diferentes etnias da Índia,  a influência dos sumérios aparece no primeiro sistema de medidas da região.

Por volta de 1775 a.C. os Fenícios estabeleceram-se em Goa.
No período Védico tardio (1000-500 a.C.) é chamada, em sânscrito, Gomantak, que significa "terra semelhante ao paraíso, fértil e com águas boas". O Mahabharata conta que os primeiros arianos que chegaram a Goa eram fugitivos da extinção, pela seca, do rio Saraswati, noventa e seis famílias que chegaram por volta de 1000 a.C. A eles se uniram os Kundbis vindos do sul, para, durante 250 anos, resgatar solo do mar, aumentando o espaço fértil entre este e as montanhas.

Cerca de 200 a.C. Goa tornou-se a fronteira sul do império de Ashoka: os dravidianos tinham sido empurrados para o sul pelos arianos, como refere a Geografia de Estrabão. Por volta de 530-550, Goa é citada como um dos melhores portos do Industão, sendo chamada de Sindabur, Chandrapur ou Buvah-Sindabur pelos árabes e turcos.

Depois do império Maurya (321-185 a.C.) Goa foi disputada por vários impérios em batalhas sangrentas. Por volta do século X Goa, então concentrada em torno do rio Zuari, prosperou pelo comércio com os árabes. Em 1347 caiu sob domínio islâmico e muitos templos a deuses hindus foram destruídos.

Presença portuguesa


Vista de Goa em 1509, in Braun e Hogenberg, 1600

Capela de Santa Catarina, erguida durante a ocupação portuguesa. Não confundir com a Sé de Santa Catarina, de maiores dimensões, também na Velha Goa.

Goa foi cobiçada por ser o melhor porto comercial da região. A primeira investida portuguesa deu-se em 1510, de 4 de Março a 20 de Maio. Nesse mesmo ano, em uma segunda expedição, a 25 de Novembro, Afonso de Albuquerque,  auxiliado pelo corsário hindu Timoja, tomou Goa aos árabes, que se renderam sem combate, por o sultão se achar em guerra com o Decão. Nesse período, um cronista português descreve Goa, no período de 1512-1515:


Mapa de Goa, in Histoire générale des Voyages, de la Harpe, 1750
"Os gentios do reino de Goa são mais válidos que os do reino de Camboja. Têm formosos templos seus neste reino, têm sacerdotes ou brâmanes de muitas maneiras. Há entre estes brâmanes gerações muito honradas deles, não comem coisa que tivesse sangue nem coisa feita por mão de outrem (…). As gentes do reino de Goa por nenhum tormento não confessarão coisa que façam. Sofrem grandemente e soem ser atormentados de diversos tormentos. Antes morrem que confessar o que determinaram calar. E as mulheres de Goa são jeitosas no vestir, as que dançam e volteiam o fazem com melhor maneira que todas as destas partes. (…) E costuma-se grandemente neste reino de Goa, toda mulher de gentio queimar-se por morte de seu marido. Entre si têm todos isto em apreço e os parentes dela ficam desonrados quando se não querem queimar e eles com admoestações as fazem queimar. As que de má mente recebem o sacrifício e as que de todo ponto não se queimam ficam públicas fornicárias e ganham para as despesas e fábricas dos templos donde são freguesas. Este gentios têm cada um uma mulher por ordenança, e muitos brâmanes prometem castidade e sustêm-na sempre. Nos outros portos de Goa se carrega muito arroz, sal, bétele, areca." (A 'Suma Oriental' de Tomé Pires. (Ed. Armando Cortesão, 1978. p. 212-218.)
Uma outra descrição coeva fornece maiores detalhes:
"[Goa] é habitada de muitos mouros honrados, muitos deles estrangeiros de muitas partidas. Eram homens brancos, entre os quais, além de muito ricos mercadores que aí havia, eram outros lavradores. A terra por ser muito bom porto, era de grade trato, onde vinham muitas naus de Meca e da cidade de Adem, Ormuz, de Cambaia e do Malabar  (…). É a cidade mui grande, de boas casas, bem cercada de fortes muros, torres e cubelos; ao redor dela muitas hortas e pomares, com muitas formosas árvores e tanques de boa água com mesquitas e casas de oração de gentios. A terra é toda arredor muito aproveitada (…). Neste porto de Goa há grande trato de muitas mercadorias de todo o Malabar, Chaul e Dabul, do grande reino de Cambaia, que se gastam para a terra firme. Do reino de Ormuz vem aqui cada ano muitas naus carregadas de cavalos, os quais vêm aqui comprar muitas mercadorias do grande reino de Narsinga e Daquem, e compram cada um a duzentos e trezentos cruzados e segundo é, e vão-nos a vender aos reis e senhores aqui das suas terras, e, todos, uns e outros, ganham nisso muito e assim el-rei nosso senhor, que de cada cavalo tem quarenta cruzados de direitos." (Livro que dá relação do que viu e ouviu no Oriente Duarte Barbosa. (Lisboa: Ed. Augusto Reis Machado, 1946. p. 89-91.)
Com a derrota dos muçulmanos da região, em 1533 um quinto dela estava sob domínio português, recebendo o nome de "Velhas Conquistas". Os governadores portugueses da cidade pretendiam que fosse uma extensão de Lisboa no Oriente e para tal criaram algumas instituições e construíram-se várias Igrejas para expandir o cristianismo e fortificações para a defender de ataques externos.


Armas de Goa (1675)
A partir de meados do século XVIII verifica-se um alargamento dos territórios de Goa, que passam a integrar as "Novas Conquistas".
Apesar de, com a chegada da Inquisição (1560-1812,  muitos dos residentes locais terem sido convertidos violentamente ao Cristianismo ameaçados com castigos ou confisco de terra, títulos ou propriedades, a maior parte das conversões foram voluntárias tendo muitos dos missionários que aí pregaram alcançado fama. Entre estes conta-se São Francisco Xavier,  que ficou conhecido como o "Apóstolo das Índias" por ter exercido a sua missionação não só em Goa, mas também noutros pontos da Índia, como Uvari que não se encontravam sob domínio Português.

A decadência do porto no século XVII foi conseqüência das derrotas militares dos portugueses para a Companhia Neerlandesa das Índias Orientais dos Países Baixos  no Oriente, tornando o Brasil e, mais tarde, no século XIX, as colónias africanas, o centro econômico de Portugal. Houve dois curtos períodos de dominação britânica (1797-1798 e 1802-1813) e poucas outras ameaças externas após este período.
Durante o domínio britânico na Índia, muitos habitantes de Goa emigraram para Mumbai, Calcutá, Puna, Karachi  e outras cidades. O isolamento de Goa diminuiu com a construção das vias férreas a partir de 1881, mas a emigração em busca de melhores oportunidades econômicas aumentou.
Em 1842 foi fundada a Escola Médico-Cirúrgica de Goa que formou médicos que viriam a exercer em todo o Imério Português.
Em 1900 Goa teve seu primeiro jornal bilíngüe gujarati-português.

A independência da Índia


Câmara Municipal de Margão,  segunda maior cidade da região.

Arquitectura residencial tradicional de Goa visivelmente influenciada pela presença portuguesa.

No contexto da descolonizaç, após os ingleses terem deixado a Índia (1947) e os franceses Pondicherry (1954), o governo português, liderado por António de Oliveira SALAZAR, recusou-se a negociar com a Índia. Por essa razão, de 18 para 19 de Dezembro de 1961 uma força indiana de 40.000 soldados conquistou Goa, encontrando pouca resistência. À época, o Conselho de Segurança da ONU considerou uma resolução que condenava a invasão, o que foi vetado pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. A maioria das nações reconheceram a acção da Índia, mas Portugal apenas a reconheceu após a Revolução dos Cravos em 1974.

A parte urbana de Goa denomina-se actualmente Pangim (também Panjim ou Panaji). Apenas a parte histórica da cidade, hoje pouco habitada, conserva o nome antigo.

Newsreel footage of Goa, 1955

Compilação e texto:
Carlos Morais dos Santos
Fontes de pesquiza:
Internet, Google, Wikipédia, YouTube, Fundação Oriente


TAP aproxima brasileiros dos Solares de Portugal



O Turismo de Habitação de Portugal, muito procurado ultimamente pelos brasileiros, é capaz de mostrar Portugal na sua face mais pura desde 1983.

Trata-se de casas de famílias que são parte da cultura portuguesa e estão abertas ao público, proporcionando estadia e o desafio de grandes descobertas durante essa viagem. A proposta é perpetuar e manter intactas as casas de famílias portuguesas em todo o seu território.

Para quem se interessa pelas raízes e tradições de lugares como Portugal, a garantia é de uma experiência diferente, pois é possível mergulhar noutra época, através da perpetuação do patrimônio arquitectónico e cultural das diversas regiões do país.

Essas casas situam-se em lugares de grande beleza, muitas delas inseridas em parques naturais, no cume das serras, em zonas históricas ou em pleno silêncio do campo, rodeadas por jardins seculares, matas frondosas e quintas com atividades agrícolas.

A escolha de uma, das 95 propriedades, poderá ser feita em função da região em que se encontra ou das características de cada uma. Mas, em qualquer dos casos, os proprietários estimulam o conhecimento dos lugares de maior interesse, a gastronomia local, os festivais e tradições, a história portuguesa e as “estórias” do lugar em que moram.

Nesses Solares, interagir significa ter uma excelente oportunidade para ir mais longe do que o simples alojamento, já que possibilita a partilha de experiências e o encontro com o que há de mais pitoresco e raro.

Conheça os estilos

Quintas e Herdades (36 casas classificadas)

Caracterizadas pela existência de uma propriedade agrícola, as Quintas e Herdades têm atividades diversas de agro-turismo, ecoturismo e de natureza e constituem a base perfeita para conhecer a ruralidade de Portugal. Muitas das Quintas são produtoras de vinhos e proporcionam provas, visitas à adega e aos vinhedos. O acolhimento, de essência familiar, pode apresentar um componente marcadamente rural e o alojamento pode ser na casa principal, em unidades autónomas ou apartamentos anexos de arquitetura clássica ou rústica.
Casas Antigas (47 casas classificadas)

Classificadas em Turismo de Habitação, as Casas Antigas representam a memória e a história de Portugal, de arquitectura erudita, muitas delas remontam aos séculos XVII e XVIII. O alojamento e o mobiliário incluem muitas vezes excelentes obras de arte que marcam épocas e movimentos da história, da cultura, dos usos e tradições das regiões onde se localizam.
Casas Rústicas (12 casas classificadas)

As Casas Rústicas integram maioritariamente unidades classificadas em turismo rural e localizam-se no campo, caracterizando-se pelo acolhimento familiar e pelo valor etnográfico da sua arquitectura simples de pequenas dimensões, usando materiais e processos construtivos locais. Nos interiores o mobiliário é simples mas confortável e prático. O Alojamento disponível para os hóspedes é geralmente na casa principal, rodeada de belos jardins, piscina e percursos que convidam ao contato com a natureza e à prática do turismo ativo.

Como chegar

A TAP, companhia aérea que a partir do Brasil mais voa para a Europa, oferece ligações directas para Portugal a partir de 9 cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo com excelentes conexões em Lisboa e Porto. A partir de 12 de junho, a companhia aérea portuguesa passará a operar a sua décima ligação com Portugal, conectando Porto Alegre e Lisboa.

Equipa Portuguesa vence competição internacional para alunos de escolas de negócios



Aquela que é considerada como uma das mais relevantes competições internacionais para alunos de escolas de gestão em todo o mundo, foi ganha por uma equipa de alunos do Magellan MBA, da Escola de gestão do Porto.

A equipa da EGP-UPBS trouxe para Portugal não só uma taça (que ficará um ano em território português até à próxima edição) mas também um prémio, de dez mil dólares canadianos. Mas, mais relevante até que o valor pecuniário, será o reconhecimento internacional trazido pelo prémio: em resposta aos desafios colocados pelos administradores de empresas de relevância internacional, os alunos da EGP-UPBS foram sucessivamente dando aquelas que foram consideradas as melhores recomendações estratégicas.

A EGP-UPBS foi a única escola de negócios ibérica convidada a participar no John Molson MBA International Case Competition, elaborado anualmente pela Concordia University, em Montreal, no Canadá. Há já nove anos que a competição não era ganha por uma escola de negócios europeia.

Este ano estiveram presentes na competição 36 equipas de alunos de MBA de diferentes partes do mundo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Parque eólico da Lusobras no Brasil produz 104 megawats de energia


A empresa portuguesa Lusobras já está a operar eólicas no Brasil. O parque eólico da Praia Formosa, no Nordeste brasileiro, produz 104 megawats de energia. A empresa espera, em 2012, lançar duas novas unidades na mesma região.

Em declarações à agência Lusa, o accionista da Lusobras António Correia revelou que as eólicas instaladas no Nordeste do Brasil já produzem 104 megawats de energia. O accionista afirmou que "o parque eólico da Praia Formosa tem uma capacidade instalada de 104 megawats, o que dá para abastecer cerca de 350 mil habitações, tendo em consideração o consumo médio da região".

O mesmo responsável realçou que já estão em construção outros dois parques eólicos que deverão entrar em funcionamento em 2012, um em Faisa e outro no parque da Embuaca.

Portugal presente na Vitória Stone Fair, maior feira de rochas ornamentais da América Latina



Considerada a maior feira de rochas ornamentais da América Latina e uma das mais importantes do mundo pela sua diversidade, a Vitória Stone Fair 201,  irá demonstrar a força do setor brasileiro e o aquecimento nos negócios no exterior, com a presença de grandes empresas nacionais e internacionais, que apresentarão as novidades e a diversidade cultural das pedras ornamentais, da alta tecnologia em equipamentos e de novos produtos.

Na sua 31ª edição, a feira, que será realizada entre os dias 15 e 18 de fevereiro, no Parque de Exposições de Carapina, na cxidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, contará com a participação de 410 expositores, dos quais 95 são internacionais de países como Itália, Egito, Espanha, França, Portugal, Índia, Argentina, Grécia, Turquia, entre outros. A Vitória Stone Fair ocupará uma área de 35 mil metros quadrados, com uma previsão de visitas superior a 20 mil pessoas de 65 países e de diferentes Estados brasileiros.

“Além de ser um instrumento indutor do desenvolvimento econômico nacional e capixaba, beneficiando todos os elos da cadeia produtiva, a Vitória Stone Fair deste ano comprova a imagem do Brasil no mundo, pela a diversidade de suas rochas ornamentais e por ser um ambiente favorável para a realização de novos negócios”, ressaltou Cecília Milanez, diretora da Milanez & Milaneze, empresa que realiza o evento.

Vitória Stone Fair 2011

– Data: 15 a 18 de fevereiro
– Hora: 13 às 20 horas (acesso até às 19h)
– A feira é promovida pelo Sindicato da Indústria de Rochas, Cal e Calcário do Espírito Santo (Sindirochas) e pelo Centro Tecnológico do Mármore e do Granito (Cetemag).

Brasil destaca importância de concluir acordo UE-Mercosul em 2011



O ministro das Relações Exteriores do Brasil, António Patriota, e a alta representante de Política Externa e de Segurança Comum da União Europeia (UE), Catherine Ashton, destacaram em Bruxelas a importância de realizar “com sucesso” em 2011 as negociações de um acordo comercial entre a UE e os países do Mercosul.

A chefe da diplomacia europeia reuniu com Patriota na primeira visita oficial que ele faz como ministro das Relações Exteriores para fora da América Latina.

Em comunicado, Ashton disse que os dois concordaram com a importância de que Mercosul e UE fechem este ano os trabalhos para um acordo de associação – que inclui um tratado de livre-comércio – uma meta também assumida pelo comissário de Comércio da UE, Karel De Gucht.

Essas negociações, que estavam estagnadas desde 2004 diante da falta de avanços na Rodada de Doha para a liberalização do comércio mundial, foram retomadas em maio passado durante a Cimeira Mercosul-UE, realizada em Madrid.

As negociações avançam e na próxima reunião, que acontecerá dias 17 e 18 de março na capital belga, as partes farão novas ofertas mútuas, confirmou Patriota à imprensa.

Ashton também lembrou que Brasil e UE são parceiros estratégicos, com relações bilaterais “fortes e dinâmicas”. Ela disse que, durante a reunião, teve a oportunidade de manter com Patriota “uma primeira troca de pontos de vista” sobre a política externa do novo Governo brasileiro, liderado desde 1º de janeiro pela presidente Dilma Rousseff.

Ashton ressaltou que ambos também trocaram ideias sobre como “desenvolver ainda mais” as relações entre Brasil e UE, destacando que compartilha o desejo do ministro brasileiro de “trabalhar juntos para criar uma maior cooperação” não só nas relações bilaterais, mas também em assuntos globais, como direitos humanos.

A alta representante indicou que fará uma visita oficial ao Brasil ainda neste semestre.

Por fim, Ashton expressou a Patriota suas condolências pelas vítimas das chuvas que castigaram o Brasil nos últimos dias.