domingo, 6 de fevereiro de 2011

Hotel Naoum Plaza Brasíla promove Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal


O arroz de pato é uma das receitas típicas oportuguesas que poderá ser apreciada durante o evento 

Em colaboração com a Embaixada de Portugal/InstitutoCamões, a companhia aérea portuguesa TAP e o hotel Dom Pedro Palace, Lisboa, o hotel Naoum Plaza Brasília promove, de 8 a 11 de Fevereiro, a 3ª Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal.

A iniciativa conta com o chef Gentil Martins, do hotel Dom Pedro Palace, a exposição a Arte do Azulejo em Portugal e uma mostra de filmes portugueses.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NAS ROTAS DA LUSOFONIA - GOA, DAMÃO E DIU - Um território indiano de grande beleza, Património Mundial da Humanidade (UNESCO) antigo Estado Português da Índia, com Goa como capital, desde 1510 até 1961.


 CIDADES E REGIÕES - NAS ROTAS DA LUSOFONIA.

Continuamos hoje, com a segunda publicação, o ciclo de "Nas Rotas da Lusofonia", iniciado  em  9 de Dezembro de 2010, sobre MACAU, na China. Hoje,  esta série não sequencial de postagens sobre cidades/Regiões turísticas localizadas nas Rotas da Lusofonia continua  na Ásia, numa região que  também se destaca por suas características únicas da fusão sincrética entre as culturas indiana e portuguesa.

Trata-se de uma região de grandes belezas naturais e edificadas que constituem  patrimônio histórico valioso, a atestar quanto de excepcionalmente notável foi conseguido por um pequeno país situado no extremo ocidente da Europa - Portugal - ao iniciar no século XV e XVI, a maior aventura marítima de expansão comercial e territorial da história da humanidade, tendo-se tornado no maior Império Mundial no século XVI, sendo então um estado-nação com pouco mais de um milhão de habitantes, que realizou pela primeira vez na história da humanidade a Primeira Grande Globalização Planetária, com presença e domínios em todos os continentes.

Pode, por isso, afirmar-se que se o Renascimento Europeu Cultural - Artístico esteve mais representado por países como a Itália (com as suas Repúblicas-Estados), a França, a Holanda, O Renascimento científico, e também Cultural, e o Mercantilistmo económico que tornou a Europa poderosa, foi liderado primeiro pelos portugueses e, só depois, pelos espanhois.

Mas o que não é menos notável e singular, foi a forma como o colonialismo português conseguiu  introduzir uma cultura sincrética de diálogo integrador com as culturas locais e regionais dos 4 continentes, em que a arquitectura, as artes, os ofícios e as ciências, passando pelos modos de vestir, os hábitos e comportamentos, a culinária e, principalmente, a introdução e expansão da própria língua portuguesa, contribuiram para a edificação de uma unidade sincrética forte que ainda hoje, apresenta indeléveis  e marcantes vestígios mesmo no longínquo oriente.

Goa, Damão e Diu e outras cidades da Índia e outros países orientais, que se constituem como Rotas da Lusofonia são fascinantes destinos turísticos não só de grande beleza como de interesse histórico e cultural e possuem estruturas hoteleiras e outros atrativos, como cidades/regiões, que recomendamos devam ser   visitadas e onde investimentos e negócios apresentam um grande potencial de bom retorno.

Na próxima publicação de "Nas Rotas da Lusofonia", viajaremos até Timor, com breves apontamentos sobre a Indonésia e a Austrália, também viajadas pelos portugueses, como primeiros ocidentais a chegarem ali. Depois, na publicação seguinte desta série, mudaremos de continente e viajaremos pelo Brasil, começando pelo Estado do Rio Grande do Norte e pela sua capital, Natal, por ter sido esta região do Brasil a ser viajada em primeiro lugar pelos navegadores portugueses.
 

Caracterização: 

Goa é um estado da Índia. Situa-se entre Maharashtra a norte e Karmataka a leste e sul, na costa do Marda Arábia, a cerca de 400 km a sul de Bombaim. É o menor dos estados indianos em território e quarto menor em população, e o mais rico em PIB per capita da Índia.

A sua língua oficial é o concani, mas ainda existem pessoas neste estado que falam português, devido ao domínio de Portugal na região por mais de 400 anos. As suas principais cidades são Vasco da Gama, Panaji (ou Pangim, antigo nome português), Margão (Madgaon, pronúncia aproximada em concanim) e Mapusa. Goa, a partir de 1510, foi a capital do Estado Português da Índia, tendo sido integrada pela força na União Indiana em 1961
As suas igrejas e conventos encontram-se classificadas como Património da Humanidader pela UNESCO.

Antecedentes

A primeira referência a Goa data de cerca de 2200 a.C., em escrita cuneiforme da Suméria, onde é chamada Gubio. Formada por povos de diferentes etnias da Índia,  a influência dos sumérios aparece no primeiro sistema de medidas da região.

Por volta de 1775 a.C. os Fenícios estabeleceram-se em Goa.
No período Védico tardio (1000-500 a.C.) é chamada, em sânscrito, Gomantak, que significa "terra semelhante ao paraíso, fértil e com águas boas". O Mahabharata conta que os primeiros arianos que chegaram a Goa eram fugitivos da extinção, pela seca, do rio Saraswati, noventa e seis famílias que chegaram por volta de 1000 a.C. A eles se uniram os Kundbis vindos do sul, para, durante 250 anos, resgatar solo do mar, aumentando o espaço fértil entre este e as montanhas.

Cerca de 200 a.C. Goa tornou-se a fronteira sul do império de Ashoka: os dravidianos tinham sido empurrados para o sul pelos arianos, como refere a Geografia de Estrabão. Por volta de 530-550, Goa é citada como um dos melhores portos do Industão, sendo chamada de Sindabur, Chandrapur ou Buvah-Sindabur pelos árabes e turcos.

Depois do império Maurya (321-185 a.C.) Goa foi disputada por vários impérios em batalhas sangrentas. Por volta do século X Goa, então concentrada em torno do rio Zuari, prosperou pelo comércio com os árabes. Em 1347 caiu sob domínio islâmico e muitos templos a deuses hindus foram destruídos.

Presença portuguesa


Vista de Goa em 1509, in Braun e Hogenberg, 1600

Capela de Santa Catarina, erguida durante a ocupação portuguesa. Não confundir com a Sé de Santa Catarina, de maiores dimensões, também na Velha Goa.

Goa foi cobiçada por ser o melhor porto comercial da região. A primeira investida portuguesa deu-se em 1510, de 4 de Março a 20 de Maio. Nesse mesmo ano, em uma segunda expedição, a 25 de Novembro, Afonso de Albuquerque,  auxiliado pelo corsário hindu Timoja, tomou Goa aos árabes, que se renderam sem combate, por o sultão se achar em guerra com o Decão. Nesse período, um cronista português descreve Goa, no período de 1512-1515:


Mapa de Goa, in Histoire générale des Voyages, de la Harpe, 1750
"Os gentios do reino de Goa são mais válidos que os do reino de Camboja. Têm formosos templos seus neste reino, têm sacerdotes ou brâmanes de muitas maneiras. Há entre estes brâmanes gerações muito honradas deles, não comem coisa que tivesse sangue nem coisa feita por mão de outrem (…). As gentes do reino de Goa por nenhum tormento não confessarão coisa que façam. Sofrem grandemente e soem ser atormentados de diversos tormentos. Antes morrem que confessar o que determinaram calar. E as mulheres de Goa são jeitosas no vestir, as que dançam e volteiam o fazem com melhor maneira que todas as destas partes. (…) E costuma-se grandemente neste reino de Goa, toda mulher de gentio queimar-se por morte de seu marido. Entre si têm todos isto em apreço e os parentes dela ficam desonrados quando se não querem queimar e eles com admoestações as fazem queimar. As que de má mente recebem o sacrifício e as que de todo ponto não se queimam ficam públicas fornicárias e ganham para as despesas e fábricas dos templos donde são freguesas. Este gentios têm cada um uma mulher por ordenança, e muitos brâmanes prometem castidade e sustêm-na sempre. Nos outros portos de Goa se carrega muito arroz, sal, bétele, areca." (A 'Suma Oriental' de Tomé Pires. (Ed. Armando Cortesão, 1978. p. 212-218.)
Uma outra descrição coeva fornece maiores detalhes:
"[Goa] é habitada de muitos mouros honrados, muitos deles estrangeiros de muitas partidas. Eram homens brancos, entre os quais, além de muito ricos mercadores que aí havia, eram outros lavradores. A terra por ser muito bom porto, era de grade trato, onde vinham muitas naus de Meca e da cidade de Adem, Ormuz, de Cambaia e do Malabar  (…). É a cidade mui grande, de boas casas, bem cercada de fortes muros, torres e cubelos; ao redor dela muitas hortas e pomares, com muitas formosas árvores e tanques de boa água com mesquitas e casas de oração de gentios. A terra é toda arredor muito aproveitada (…). Neste porto de Goa há grande trato de muitas mercadorias de todo o Malabar, Chaul e Dabul, do grande reino de Cambaia, que se gastam para a terra firme. Do reino de Ormuz vem aqui cada ano muitas naus carregadas de cavalos, os quais vêm aqui comprar muitas mercadorias do grande reino de Narsinga e Daquem, e compram cada um a duzentos e trezentos cruzados e segundo é, e vão-nos a vender aos reis e senhores aqui das suas terras, e, todos, uns e outros, ganham nisso muito e assim el-rei nosso senhor, que de cada cavalo tem quarenta cruzados de direitos." (Livro que dá relação do que viu e ouviu no Oriente Duarte Barbosa. (Lisboa: Ed. Augusto Reis Machado, 1946. p. 89-91.)
Com a derrota dos muçulmanos da região, em 1533 um quinto dela estava sob domínio português, recebendo o nome de "Velhas Conquistas". Os governadores portugueses da cidade pretendiam que fosse uma extensão de Lisboa no Oriente e para tal criaram algumas instituições e construíram-se várias Igrejas para expandir o cristianismo e fortificações para a defender de ataques externos.


Armas de Goa (1675)
A partir de meados do século XVIII verifica-se um alargamento dos territórios de Goa, que passam a integrar as "Novas Conquistas".
Apesar de, com a chegada da Inquisição (1560-1812,  muitos dos residentes locais terem sido convertidos violentamente ao Cristianismo ameaçados com castigos ou confisco de terra, títulos ou propriedades, a maior parte das conversões foram voluntárias tendo muitos dos missionários que aí pregaram alcançado fama. Entre estes conta-se São Francisco Xavier,  que ficou conhecido como o "Apóstolo das Índias" por ter exercido a sua missionação não só em Goa, mas também noutros pontos da Índia, como Uvari que não se encontravam sob domínio Português.

A decadência do porto no século XVII foi conseqüência das derrotas militares dos portugueses para a Companhia Neerlandesa das Índias Orientais dos Países Baixos  no Oriente, tornando o Brasil e, mais tarde, no século XIX, as colónias africanas, o centro econômico de Portugal. Houve dois curtos períodos de dominação britânica (1797-1798 e 1802-1813) e poucas outras ameaças externas após este período.
Durante o domínio britânico na Índia, muitos habitantes de Goa emigraram para Mumbai, Calcutá, Puna, Karachi  e outras cidades. O isolamento de Goa diminuiu com a construção das vias férreas a partir de 1881, mas a emigração em busca de melhores oportunidades econômicas aumentou.
Em 1842 foi fundada a Escola Médico-Cirúrgica de Goa que formou médicos que viriam a exercer em todo o Imério Português.
Em 1900 Goa teve seu primeiro jornal bilíngüe gujarati-português.

A independência da Índia


Câmara Municipal de Margão,  segunda maior cidade da região.

Arquitectura residencial tradicional de Goa visivelmente influenciada pela presença portuguesa.

No contexto da descolonizaç, após os ingleses terem deixado a Índia (1947) e os franceses Pondicherry (1954), o governo português, liderado por António de Oliveira SALAZAR, recusou-se a negociar com a Índia. Por essa razão, de 18 para 19 de Dezembro de 1961 uma força indiana de 40.000 soldados conquistou Goa, encontrando pouca resistência. À época, o Conselho de Segurança da ONU considerou uma resolução que condenava a invasão, o que foi vetado pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. A maioria das nações reconheceram a acção da Índia, mas Portugal apenas a reconheceu após a Revolução dos Cravos em 1974.

A parte urbana de Goa denomina-se actualmente Pangim (também Panjim ou Panaji). Apenas a parte histórica da cidade, hoje pouco habitada, conserva o nome antigo.

Newsreel footage of Goa, 1955

Compilação e texto:
Carlos Morais dos Santos
Fontes de pesquiza:
Internet, Google, Wikipédia, YouTube, Fundação Oriente


TAP aproxima brasileiros dos Solares de Portugal



O Turismo de Habitação de Portugal, muito procurado ultimamente pelos brasileiros, é capaz de mostrar Portugal na sua face mais pura desde 1983.

Trata-se de casas de famílias que são parte da cultura portuguesa e estão abertas ao público, proporcionando estadia e o desafio de grandes descobertas durante essa viagem. A proposta é perpetuar e manter intactas as casas de famílias portuguesas em todo o seu território.

Para quem se interessa pelas raízes e tradições de lugares como Portugal, a garantia é de uma experiência diferente, pois é possível mergulhar noutra época, através da perpetuação do patrimônio arquitectónico e cultural das diversas regiões do país.

Essas casas situam-se em lugares de grande beleza, muitas delas inseridas em parques naturais, no cume das serras, em zonas históricas ou em pleno silêncio do campo, rodeadas por jardins seculares, matas frondosas e quintas com atividades agrícolas.

A escolha de uma, das 95 propriedades, poderá ser feita em função da região em que se encontra ou das características de cada uma. Mas, em qualquer dos casos, os proprietários estimulam o conhecimento dos lugares de maior interesse, a gastronomia local, os festivais e tradições, a história portuguesa e as “estórias” do lugar em que moram.

Nesses Solares, interagir significa ter uma excelente oportunidade para ir mais longe do que o simples alojamento, já que possibilita a partilha de experiências e o encontro com o que há de mais pitoresco e raro.

Conheça os estilos

Quintas e Herdades (36 casas classificadas)

Caracterizadas pela existência de uma propriedade agrícola, as Quintas e Herdades têm atividades diversas de agro-turismo, ecoturismo e de natureza e constituem a base perfeita para conhecer a ruralidade de Portugal. Muitas das Quintas são produtoras de vinhos e proporcionam provas, visitas à adega e aos vinhedos. O acolhimento, de essência familiar, pode apresentar um componente marcadamente rural e o alojamento pode ser na casa principal, em unidades autónomas ou apartamentos anexos de arquitetura clássica ou rústica.
Casas Antigas (47 casas classificadas)

Classificadas em Turismo de Habitação, as Casas Antigas representam a memória e a história de Portugal, de arquitectura erudita, muitas delas remontam aos séculos XVII e XVIII. O alojamento e o mobiliário incluem muitas vezes excelentes obras de arte que marcam épocas e movimentos da história, da cultura, dos usos e tradições das regiões onde se localizam.
Casas Rústicas (12 casas classificadas)

As Casas Rústicas integram maioritariamente unidades classificadas em turismo rural e localizam-se no campo, caracterizando-se pelo acolhimento familiar e pelo valor etnográfico da sua arquitectura simples de pequenas dimensões, usando materiais e processos construtivos locais. Nos interiores o mobiliário é simples mas confortável e prático. O Alojamento disponível para os hóspedes é geralmente na casa principal, rodeada de belos jardins, piscina e percursos que convidam ao contato com a natureza e à prática do turismo ativo.

Como chegar

A TAP, companhia aérea que a partir do Brasil mais voa para a Europa, oferece ligações directas para Portugal a partir de 9 cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo com excelentes conexões em Lisboa e Porto. A partir de 12 de junho, a companhia aérea portuguesa passará a operar a sua décima ligação com Portugal, conectando Porto Alegre e Lisboa.

Equipa Portuguesa vence competição internacional para alunos de escolas de negócios



Aquela que é considerada como uma das mais relevantes competições internacionais para alunos de escolas de gestão em todo o mundo, foi ganha por uma equipa de alunos do Magellan MBA, da Escola de gestão do Porto.

A equipa da EGP-UPBS trouxe para Portugal não só uma taça (que ficará um ano em território português até à próxima edição) mas também um prémio, de dez mil dólares canadianos. Mas, mais relevante até que o valor pecuniário, será o reconhecimento internacional trazido pelo prémio: em resposta aos desafios colocados pelos administradores de empresas de relevância internacional, os alunos da EGP-UPBS foram sucessivamente dando aquelas que foram consideradas as melhores recomendações estratégicas.

A EGP-UPBS foi a única escola de negócios ibérica convidada a participar no John Molson MBA International Case Competition, elaborado anualmente pela Concordia University, em Montreal, no Canadá. Há já nove anos que a competição não era ganha por uma escola de negócios europeia.

Este ano estiveram presentes na competição 36 equipas de alunos de MBA de diferentes partes do mundo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Parque eólico da Lusobras no Brasil produz 104 megawats de energia


A empresa portuguesa Lusobras já está a operar eólicas no Brasil. O parque eólico da Praia Formosa, no Nordeste brasileiro, produz 104 megawats de energia. A empresa espera, em 2012, lançar duas novas unidades na mesma região.

Em declarações à agência Lusa, o accionista da Lusobras António Correia revelou que as eólicas instaladas no Nordeste do Brasil já produzem 104 megawats de energia. O accionista afirmou que "o parque eólico da Praia Formosa tem uma capacidade instalada de 104 megawats, o que dá para abastecer cerca de 350 mil habitações, tendo em consideração o consumo médio da região".

O mesmo responsável realçou que já estão em construção outros dois parques eólicos que deverão entrar em funcionamento em 2012, um em Faisa e outro no parque da Embuaca.

Portugal presente na Vitória Stone Fair, maior feira de rochas ornamentais da América Latina



Considerada a maior feira de rochas ornamentais da América Latina e uma das mais importantes do mundo pela sua diversidade, a Vitória Stone Fair 201,  irá demonstrar a força do setor brasileiro e o aquecimento nos negócios no exterior, com a presença de grandes empresas nacionais e internacionais, que apresentarão as novidades e a diversidade cultural das pedras ornamentais, da alta tecnologia em equipamentos e de novos produtos.

Na sua 31ª edição, a feira, que será realizada entre os dias 15 e 18 de fevereiro, no Parque de Exposições de Carapina, na cxidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, contará com a participação de 410 expositores, dos quais 95 são internacionais de países como Itália, Egito, Espanha, França, Portugal, Índia, Argentina, Grécia, Turquia, entre outros. A Vitória Stone Fair ocupará uma área de 35 mil metros quadrados, com uma previsão de visitas superior a 20 mil pessoas de 65 países e de diferentes Estados brasileiros.

“Além de ser um instrumento indutor do desenvolvimento econômico nacional e capixaba, beneficiando todos os elos da cadeia produtiva, a Vitória Stone Fair deste ano comprova a imagem do Brasil no mundo, pela a diversidade de suas rochas ornamentais e por ser um ambiente favorável para a realização de novos negócios”, ressaltou Cecília Milanez, diretora da Milanez & Milaneze, empresa que realiza o evento.

Vitória Stone Fair 2011

– Data: 15 a 18 de fevereiro
– Hora: 13 às 20 horas (acesso até às 19h)
– A feira é promovida pelo Sindicato da Indústria de Rochas, Cal e Calcário do Espírito Santo (Sindirochas) e pelo Centro Tecnológico do Mármore e do Granito (Cetemag).

Brasil destaca importância de concluir acordo UE-Mercosul em 2011



O ministro das Relações Exteriores do Brasil, António Patriota, e a alta representante de Política Externa e de Segurança Comum da União Europeia (UE), Catherine Ashton, destacaram em Bruxelas a importância de realizar “com sucesso” em 2011 as negociações de um acordo comercial entre a UE e os países do Mercosul.

A chefe da diplomacia europeia reuniu com Patriota na primeira visita oficial que ele faz como ministro das Relações Exteriores para fora da América Latina.

Em comunicado, Ashton disse que os dois concordaram com a importância de que Mercosul e UE fechem este ano os trabalhos para um acordo de associação – que inclui um tratado de livre-comércio – uma meta também assumida pelo comissário de Comércio da UE, Karel De Gucht.

Essas negociações, que estavam estagnadas desde 2004 diante da falta de avanços na Rodada de Doha para a liberalização do comércio mundial, foram retomadas em maio passado durante a Cimeira Mercosul-UE, realizada em Madrid.

As negociações avançam e na próxima reunião, que acontecerá dias 17 e 18 de março na capital belga, as partes farão novas ofertas mútuas, confirmou Patriota à imprensa.

Ashton também lembrou que Brasil e UE são parceiros estratégicos, com relações bilaterais “fortes e dinâmicas”. Ela disse que, durante a reunião, teve a oportunidade de manter com Patriota “uma primeira troca de pontos de vista” sobre a política externa do novo Governo brasileiro, liderado desde 1º de janeiro pela presidente Dilma Rousseff.

Ashton ressaltou que ambos também trocaram ideias sobre como “desenvolver ainda mais” as relações entre Brasil e UE, destacando que compartilha o desejo do ministro brasileiro de “trabalhar juntos para criar uma maior cooperação” não só nas relações bilaterais, mas também em assuntos globais, como direitos humanos.

A alta representante indicou que fará uma visita oficial ao Brasil ainda neste semestre.

Por fim, Ashton expressou a Patriota suas condolências pelas vítimas das chuvas que castigaram o Brasil nos últimos dias.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Portugal é o 22.º país mais globalizado do mundo



De acordo com um estudo denominado Winning in a polycentric world, da consultora Ernst & Young e da revista The Economist, Portugal ocupa o 22.º lugar da lista de países mais globalizados do mundo, à frente de grandes potências como os Estados Unidos (28.º lugar), China (39.º) e Brasil (46.º).

O primeiro lugar da lista é ocupado por Hong Kong, seguido da Irlanda e Singapura. Já os últimos classificados são o Irão, Argélia e Venezuela.

O relatório da Ernst & Young estabelece o ranking dos 60 países mais globalizados, com base em indicadores agrupados em cinco grandes categorias (abertura ao comércio, movimentos de capital, intercâmbio de tecnologias, mercado de trabalho e integração cultural).

Portugal Telecom e Oi estabelecem parceria no Brasil



A companhia portuguesa de telecomunicações Portugal Telecom (PT) anunciou hoje que o investimento na brasileira Oi deverá atingir 8,32 mil milhões de reais (3,64 mil milhões de euros), ficando com uma "posição económica mínima" de 22,38%.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a PT informou que o acordo com a Oi e os seus acionistas já foi assinado, envolvendo ainda a fusão dos 'call centers' das duas empresas.

A PT deverá ainda ficar com direitos significativos no governo da sociedade, "resultando na consolidação proporcional da posição acionista direta e indireta na TmarPart", em cerca de 25,6%.

Aumento de capital até €5,2 mil milhões

A Tele Norte Leste (TNL) e a Telemar (TMAR) irão ainda anunciar um aumento de capital, cada, de até 12 mil milhões de reais (cerca de 5,2 mil milhões de euros), obtendo a PT uma participação mínima de 22,38% através dos investimentos na AG telecom (posição de 35%), na LF Telecom (35%), Telemar Participações (12,07%) e na TNL e TMAR, cujas posições ainda estão por determinar.

A PT irá ainda consolidar os seus 'call centers' no Brasil com as operações na Contax, da Oi.

"Como resultado desta operação, a PT irá consolidar 44,4% e deter uma participação direta de 19,9% na CTX (holding que controla a Contax) representando esta estrutura uma posição económica de 19,5% na Contax. A PT também espera receber um montante líquido de 0,2 mil milhões de reais", referiu a empresa.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Bradesco foi o título preferido dos fundos portugueses em 2010



As acções do banco brasileiro Bradesco terminaram o ano 2010 em primeiro lugar na lista de preferências dos fundos de investimento portugueses. Os fundos lusos tinham em dezembro 332,2 milhões de euros aplicados no Bradesco, mais do dobro do valor investido na acção portuguesa mais procurada, a do Banco Espírito Santo (BES).

O Bradesco, que detém uma participação no capital do BES e é também participado do banco português, fechou dezembro registando menos 2,1% de aplicações dos fundos do que no mês anterior, mas mais 11,8% do que em dezembro de 2009, de acordo com as informações reveladas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Os organismos colectivos lusos detinham ainda importantes posições noutras empresas brasileiras, como o Itaú Unibanco (onde estavam aplicados 14,4 milhões no final de dezembro), a Petrobras (12,5 milhões) e a Vale (12,2 milhões).

No total investido em valores mobiliários cotados, o Brasil era alvo de 535,6 milhões de euros geridos pelos fundos portugueses no final do ano, o que representa 5,3% do total, posicionando o mercado brasileiro como o sexto maior destino dos capitais, atrás apenas de Portugal, Luxemburgo, Reino Unido, Alemanha e Irlanda.

Quanto ao mercado de acções, o valor sob gestão dos fundos de investimento em acções do mercado nacional totalizou 598,4 milhões de euros no final de 2010, menos 30,7% do que no final de 2009 e mais 3,2% do que em novembro. Em contrapartida, o valor das aplicações em acções estrangeiras subiu 25,3% face a dezembro de 2009 e 3% em relação ao mês anterior.

Comércio luso-brasileiro ultrapassa US$ 2 bilhões - maior índice de sempre



O comércio entre Portugal e Brasil alcançou os US$ 2,08 bilhões no ano passado, com um crescimento de 22% em relação a 2009, segundo os dados que acabam de ser divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Dados esses que mostram que as exportações brasileiras para Portugal cobriram em 2,6 vezes as importações.

O ano 2010 teve a terceira maior corrente comercial luso-brasileira de sempre, apenas atrás dos US$ 2,3 bilhões de 2008 e dos US$ 2,1 bilhões de 2007. O resultado final do ano ficou ainda marcado por um mês de dezembro que teve o maior registo mensal de todo o ano, com trocas entre os dois países que ascenderam a US$ 307 milhões.

Até dezembro último,  o comércio mensal entre Portugal e Brasil tinha tido um máximo de US$ 265 milhões (maio). E mesmo em 2009 o recorde mensal havia sido de US$ 200 milhões (julho), segundo as estatísticas do MDIC.

De acordo com a mesma fonte, em 2010 o Brasil exportou para Portugal US$ 1,5 bilhões, mais 18,1% que em 2009. O ano fechou com US$ 248 milhões exportados em dezembro, que foi o mais elevado valor mensal de 2010. O pior mês nas vendas brasileiras para Portugal foi janeiro, com apenas US$ 51,9 milhões faturados.

No sentido inverso, as exportações portuguesas para o mercado brasileiro fecharam 2010 nos US$ 580 milhões, naquele que é o segundo melhor ano de sempre das vendas lusas para o Brasil, apenas atrás dos US$ 598,7 milhões de 2008, e 33,6% acima do registro de 2009 (US$ 434,6 milhões).

Nas exportações de Portugal para o Brasil o melhor mês de 2010 foi novembro (US$ 66,8 milhões) e o pior foi junho (US$ 27,2 milhões).

Os números do governo brasileiro mostram que a pauta de exportações para Portugal foi liderada pelo petróleo (32,9% do total), seguido dos grãos de soja (18,7%), açúcar em cana (9,6%) e milho em grão (5,4%).

Por outro lado, as importações brasileiras de produtos portugueses foram dominadas pelo azeite (22,8%), bacalhau (10,8%), vinho (5%) e pêras frescas (4,5%).

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

TAP inaugura voo directo Lisboa-Porto Alegre dia 12 de junho



O voo inaugural da ligação aérea direta entre  Lisboa e  Porto Alegre, a operar pela transportadora aérea portuguesa TAP, teve lugar, hoje, dia 12 de junho, informou a empresa.

Os últimos detalhes deverão ser acertados durante encontro do vice-presidente da TAP, Luiz Gama Mór, e do diretor-geral da companhia para a América Latina, Mário Carvalho, com o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro.

A transportadora irá realizar quatro frequências semanais entre o aeroporto Salgado Filho, na capital do Rio Grande do Sul, e o aeroporto internacional de Lisboa, com conexões a outros destinos europeus. No total, a TAP disponibilizará semanalmente cerca de 2.300 assentos, além de transporte de cargas.

A nova rota será operada por uma aeronave Airbus A330 e a viagem terá a duração de aproximadamente 10h30.

A companhia considera que o novo destino - o décimo da empresa no Brasil -, além de beneficiar os Estados do Sul do país, também contribuirá "para a expansão do Rio Grande do Sul como destino turístico, abrindo possibilidades de atrair o público do Uruguai e Argentina para  embarque direto rumo à Europa".

Com os novos voos, a TAP operará mais de 70 freqüências semanais entre Brasil e Portugal, reforçando a liderança no transporte de passageiros e carga entre a Europa e o Brasil.

A TAP serve atualmente nove cidades brasileiras, nomeadamente Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, com ligações diretas à capital portuguesa e conexões para toda a Europa.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Portugal Telecom negoceia entrada no 'contact center' brasileiro Contax



A empresa portuguesa de telecomunicações Portugal Telecom está a negociar a entrada na estrutura acionista da CTX Participações, empresa que controla a Contax, um dos maiores 'contact center' brasileiros, segundo um comunicado enviado à CMVM.

No comunicado, a PT adianta que está em negociações com a CTX, a Contax e os seus acionistas para "definir uma eventual integração dos negócios e actividades da Contax e da Dedic" ('contact center' brasileiro do grupo PT) e a entrada da empresa portuguesa na estrutura acionista da CTX.

TAP prepara lançamento de voo direto Lisboa-Porto Alegre



O vice-presidente da TAP, Luiz da Gama Mór, deverá ser recebido hoje, em Porto Alegre, pelo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Na agenda do encontro está a possibilidade da transportadora aérea portuguesa abrir uma nova rota no Brasil, ligando Porto Alegre a Lisboa, sem escalas.

De acordo com nota da companhia aérea portuguesa, o vice-presidente da TAP deverá também manter conversações com a prefeita em exercício de Porto Alegre, Sofia Cavedon.

Atualmente, a TAP tem ligações diretas entre o Brasil e a Europa a partir de nove cidades do Brasil, designadamente Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Porto Alegre poderá  assim vir a ser a décima cidade brasileira a ter ligação direta com Lisboa e outras capitais europeias.

O ano passado, nas rotas do Brasil, a companhia presidida pelo brasileiro  Fernando Pinto transportou cerca de 1,5 milhão de passageiros.

As autoridades estaduais do Rio Grande do Sul vêm deferndendo,  há já algum tempo, junto da administração da TAP, a abertura de uma ligação direta a Portugal.

Negociações para acordo de livre comércio entre UE e Mercosul devem avançar, afirma embaixador João Pacheco


O Mercosul e a União Europeia (UE) negoceiam para tentar concluirr, até março, um acordo entre os dois blocos na área comercial. A próxima rodada de discussões ocorrerá em em Bruxelas, na Bélgica.

O otimismo parte dos negociadores europeus, apesar das dificuldades em torno de um consenso sobre os subsídios e a redução de tarifas para alguns produtos. Por mais de dez anos, as negociações entre os dois blocos ficaram paradas.

– Vamos ter que liberalizar 90% do nosso comércio, para ser compatível com as regras da Organização Mundial do Comércio. Portanto, fica o resto que temos que discutir como vamos fazer – afirmou o representante da UE no Brasil, o embaixador português João Pacheco.

Entre as maiores “sensibilidades” de cada bloco, Pacheco coloca, do lado europeu, a área agrícola, citando de forma diferenciada os setores de carnes e açúcar. No Mercosul, o setor industrial é o mais sensível a uma abertura ao livre comércio com a União Europeia.

Há mais de uma década, os dois blocos buscam um acordo bilateral para a área comercial. Em 2004, por total falta de consenso, as negociações foram interrompidas. Depois, os negociadores retomaram as conversas em 2008.
 
Segundo os negociadores do Mercosul, a União Europeia tende a melhorar a oferta agrícola. A expectativa é que o número de quotas que limitam as vendas do Mercosul, sem tarifa no bloco, seja reduzido. No ano passado, as negociações retiraram essa condição para grãos, etanol e lácteos, mas mantiveram para carne bovina, frango e alho.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Brasil foi o país que mais investiu em Portugal em 2010

 
 
 
 
 
O Brasil foi o maior investidor estrangeiro em Portugal no ano passado. "O país investiu mais de 2 bilhões de euros, o que é uma performance excepcional", afirmou o presidente da agência portuguesa de investimentos AICEP, Basílio Horta.

O maior investimento brasileiro em Portugal foi feito pela Camargo Corrêa e pela Votorantim que compraram respectivamente 32% e 22% da empresa de cimento Cimpor. Apenas na Cimpor, o valor chegou a cerca de 2 bilhões de euros. Além deste, há outros. "A Embraer está fazendo um grande investimento", lembrou Horta.

Segundo ele, em 2011 o valor deve subir, se ocorrer a compra de 33,34% da Galp pela Petrobras, aquisição que se encontra em negociação. "Para nós, este negócio é muito importante", disse.

Os investimentos brasileiros foram responsáveis pelo total positivo na diferença entre investimento externo e desinvestimento externo em Portugal no ano passado. O total de investimentos foi de 28,5 bilhões de euros, até outubro. Nesse período, o desinvestimento de capitais externos chegou a 26,6 bilhões.

Brasil impulsiona receitas da cadeia portuguesa dos Hotéis Tivoli



A rede de hotéis Tivoli, do grupo Espírito Santo, atingiu €109 milhões de receitas em 2010 com as suas 12 unidades em Portugal e no Brasil, o que representa um aumento de 18% em relação ao ano anterior.

Segundo Alexandre Solleiro, CEO (presidente executivo) da Tivoli Hotels & Resorts, este crescimento foi particularmente expressivo com a operação dos hotéis em Lisboa e no Brasil.

"Acredito que vamos crescer em 2011, em particular no Brasil", adianta Alexandre Solleiro.

A cadeia Tivoli vai prosseguir em 2011 o programa de renovação de hotéis. O Tivoli Lisboa vai integrar mais quatro salas de reuniões, ficando completa a redecoração dos quartos. No Tivoli Marina Vilamoura, vai ser criada uma esplanada suspensa, com acesso direto à marina por um elevador exterior.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Participação portuguesa no avião brasileiro KC-390 formalizada até final do mês


O ministro da Defesa português anunciou hoje que até ao final do mês será formalizada a participação da indústria portuguesa na construção do novo avião de transporte militar da Embraer, o KC-390.

"O trabalho prossegue a bom ritmo e será finalizado este mês. Houve reuniões quer em Portugal quer no Brasil que permitiram afinar o modelo da participação portuguesa, que será formalizada muito brevemente", disse Augusto Santos Silva à margem do encontro sobre as capacidades de exportação de materiais de defesa para os países africanos de língua portuguesa, que se realizou em Lisboa.

A participação portuguesa no projeto, reiterou o ministro, será feito em duas vertentes: estruturas metálicas e software.

EDP Renováveis eleita a empresa mais inovadora da região Sul do Brasil


A EDP Renováveis (Brasil), empresa do Grupo EDP no Brasil e EDP Renováveis, foi eleita a mais inovadora da região Sul do Brasil, no segmento de energia, segundo levantamento elaborado pela revista Amanhã.

A companhia faz parte do seleto grupo de 50 empresas com maior potencial de inovação no Sul do País listadas na 7º edição do ranking Campeãs da Inovação 2010. A pesquisa aponta, ainda, as líderes em mais de 30 setores da economia da região.

A eleição da EDP Renováveis deve-se à atuação no estado de Santa Catarina com o Parque Eólico Cenaeel, que engloba as UEE Horizonte e UEE Água Doce. Os parques eólicos juntos possuem uma capacidade instalada de 14 MW e fazem parte do programa Proinfa.

A atuação da Empresa no estado catarinense teve início em 2008, com a aquisição deste empreendimento, primeiro investimento do Grupo no Brasil no segmento de geração a partir dos ventos.

A segunda operação eólica da Companhia também está localizada na região Sul, no litoral do estado do Rio Grande do Sul. Em construção na cidade de Tramandaí, o parque de mesmo nome possui 70 megawatts de potência. No total, a EDP Renováveis Brasil possui 84 MW em fontes renováveis na região Sul.

Para o Grupo EDP, o conceito de inovação é tão importante que integra a prioridade estratégica nos planos de negócio da Companhia. Prova disso, é que neste ano lançou o Programa EDP 2020, que traz a proposta de desenvolver e estimular a concepção de novos modelos de negócio com foco na eficiência no uso dos recursos energéticos e na procura de soluções inteligentes de geração e distribuição de energia limpa.

Grupos de Portugal com negócios no Brasil valem 60% da bolsa portuguesa



Entre os grupos portugueses que compõem o PSI-20, principal índice bolsista luso, sete têm algum tipo de exposição ao Brasil. Juntas, essas empresas cotadas na Euronext Lisboa valiam 60,3% da capitalização do PSI-20 no final de 2010, segundo os dados divulgados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A Portugal Telecom (PT) assumia no final de dezembro um peso de 16,75% no PSI-20 (abaixo dos 19,87% de novembro) e tinha a liderança do índice. Embora tenha já vendido a sua participação na Vivo, a PT tem em curso um processo para adquirir uma posição na também brasileira Oi durante os próximos meses, pelo que continuará exposta ao mercado brasileiro.

A Galp Energia, com um peso de 15,26% no PSI-20 (13,96% em novembro), era outro dos destaques. Parceira da Petrobras na exploração petrolífera, a Galp poderá em breve vir a contar com a estatal brasileira na sua estrutura accionista, pois a Petrobras já assumiu estar a negociar a compra dos 33,34% que a italiana Eni tem na Galp.

A EDP - Energias de Portugal é outro importante elemento do PSI-20, assumindo um peso de 13,65% no índice português (face a 13,72% em novembro), e continuando a beneficiar dos resultados obtidos no Brasil, onde está presente na geração eléctrica, distribuição e comercialização.

Controlada pela EDP, mas com gestão autónoma, a EDP Renováveis é outro dos integrantes do PSI-20, onde assume um peso de 4,05% (em novembro representava 3,52%). A EDP Renováveis marca presença no Brasil através de um parque eólico em Santa Catarina, tendo um "pipeline" de projectos que tornam o mercado brasileiro um dos mais importantes para a empresa nos próximos anos.
O Banco Espírito Santo (BES), que vale 6,47% do PSI-20, é outro grupo luso com exposição ao Brasil, sobretudo na banca de investimento.

A Cimpor, com os seus 3,64% de peso no PSI-20, é actualmente a empresa "mais brasileira" da bolsa portuguesa, já que mais de metade do seu capital é controlado pela Votorantim e pela Camargo Corrêa. E além disso a cimenteira lusa tem no Brasil um dos seus maiores mercados em todo o mundo.

A Mota-Engil completa o leque de empresas do principal índice da bolsa portuguesa com exposição ao Brasil. A aposta do grupo de construção no mercado brasileiro é relativamente recente, mas o peso do Brasil nas receitas da Mota-Engil promete crescer de ano para ano, com o foco nas infra-estruturas. Ainda assim, a Mota-Engil representa apenas 0,46% da capitalização do PSI-20.