quinta-feira, 9 de junho de 2011

Fundos de Investimento financeiro portugueses voltam a investir mais em acções brasileiras

O investimento dos fundos portugueses em acções brasileiras recuperou em Maio, após a queda de 29,9% registada em abril. No mês passado, o montante total que os fundos de investimento lusos tinham em mãos relativo a acções de empresas brasileiras ascendia a 328,2 milhões de euros, mais 2,6% que no mês anterior.

Os dados da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) revelam que a queda abrupta de abril foi estancada em maio, retomando o crescimento que o volume investido em acções brasileiras vinha tendo nos últimos meses. Mas a recuperação em maio não foi total, havendo aumentos e descidas em vários títulos.

O Bradesco continuou a ser a acção brasileira preferida pelos fundos de investimento portugueses, com 221,9 milhões de euros aplicados, mais 3,4% que em abril. Os títulos do Bradesco cotados nos Estados Unidos (os ADR) também tiveram um crescimento, de 2,5%, passando a representar 12,9 milhões de euros na carteira dos fundos lusos.

Já o Itaú Unibanco, a terceira acção não europeia preferida dos fundos portugueses, registou uma descida de 0,5% no valor total sob gestão daqueles organismos, que passou a ser de 15,8 milhões de euros no final de maio.

Os ADR da Vale subiram 0,9% no mês passado na carteira dos fundos de investimento portugueses, para 10,2 milhões de euros. Mas as acções da Petrobras, também na lista das preferidas dos fundos, tiveram uma descida de 2,8%, para 8,9 milhões de euros sob gestão.

O comportamento da carteira brasileira dos fundos de investimento portugueses espelha a tendência global. No total estes organismos viram o seu investimento recuar 1,3% face ao mês anterior, para 2,29 mil milhões de euros. Mas nas acções de fora da União Europeia houve um crescimento de 0,8%, para 1,08 mil milhões de euros.

Encontro de Negócios na Língua Portuguesa vai ser lançado em Lisboa



O presidente da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), Jorge Chaskelmann, participa na próxima quarta-feira, dia 15 de junho, do evento de apresentação em Portugal do Encontro de Negócios na Língua Portuguesa (ENLP), que será realizado em Fortaleza em outubro deste ano.

Os organizadores do ENLP têm a expectativa de reunir na capital cearense 300 participantes provenientes dos diversos países de língua portuguesa.

A apresentação em Portugal, em parceria com a Associação Comercial de Lisboa, decorre no âmbito do seminário "Oportunidades de Negócios e Investimentos no Ceará".

O ENLP já conta com a adesão de diversas empresas e instituições brasileiras, como a estatal de pesquisa agro-pecuária Embrapa, Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), Associação Indústrial do Distrito de Aveiro (Aida), Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas (Anem), Associação Comercial de Lisboa (ACL), Fecomércio, Banco do Nordeste, Federação das Indústrias do Estado do Ceará/Centro Internacional de Negócios (Fiec/CIN), entre outras.

VINHOS PORTUGUESES: Formação de especialistas em vinhos portugueses em Fortaleza-Brasil

 


Fortaleza, capital do Ceará, vai sediar o curso Portugal Wine Expert, voltado para a formação de especialistas em vinhos portugueses, entre os dias 13 e 17 de junho, sob direcção do sommelier José Santanita, articulista da Revista Brasil Portugal no Ceará. A capacitação funcionará nos moldes de um concurso entre os participantes selecionados, premiando o vencedor com uma visita a Portugal com tudo pago.
 
A primeira etapa do concurso, dia 20, consiste numa prova escrita, para seleccionar os três finalistas . A última fase, com provas teórica e prática, será realizada  dia 8 de julho, durante um evento no Gran Marquise Hotel, com a presença de 22 produtores portugueses.
Mais informações  no site http://www.portugalwineexpert.com/  ou contactando Marnus Pereira pelo telefone (85) 8806.1784.

TAP Manutenção e Engenharia é eleita a melhor empresa de manutenção do Brasil

 






A TAP Manutenção e Engenharia Brasil (TAP M&E Brasil), empresa do grupo TAP, foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, "a melhor do Brasil" na categoria ‘Empresa do Ano em Manutenção Aeronáutica’. A distinção foi atribuída pela revista Avião Revue 2011

O júri, formado por profissionais ligados diretamente à aviação, em suas diversas áreas técnicas e pelos leitores da revista, escolheu a TAP M&E Brasil, entre as outras finalistas TAM e Digex.

"A premiação levou em conta a imagem da empresa no mercado e a história de satisfação dos clientes com os serviços prestados pela empresa, de conhecimento público", segundo o comunicado.

O Prêmio Avião Revue está em sua segunda edição, e premia diversas categorias do setor, como: ‘Companhia Aérea do Ano’, ‘Companhia Aérea do Ano de Carga’, ‘Companhia Aérea do Ano Regional’, ‘Indústria do Ano de Aviação Comercial’ e ‘Aeroporto do Ano’, entre outras.

A cerimônia de entrewga do prémio ocorreu no Espaço APAS, em São Paulo. O prêmio foi entregue ao engenheiro Nestor Koch, presidente da TAP M&E Brasil, pelo editor da revista, Tiago Dupim, na presença de uma plateia composta por mais de 100 executivos do setor.

ANA PAULA ZACARIAS, A DIPLOMATA PORTUGUESA EMBAIXADORA DA UNIÃO EUROPEIA NO BRASIL, AFIRMA QUE PARCERIA ENTRE BRASIL E PORTUGAL PODE SER AMPLIADA



Com o objectivo  de estreitar os laços e ampliar a corrente de comércio com o Brasil, a embaixadora da União Europeia no país, a diplomata portuguesa Ana Paula Zacarias,  reuniu-se hoje com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, na sede da entidade.

No encontro, foi debatida a possibilidade de  um acordo bilateral entre a União Europeia e o Mercosul.

Ana Paula destacou que a parceria com o Brasil é estratégica e não há grandes entraves para que possa ser ampliada.

"A União Europeia tem com o Brasil uma relação de parceria estratégica que foi aprovada em 2007. Essa parceria vai além de questões comerciais e desenvolve-se também a nível político. Dentro dos BRICs, é certo que o Brasil é um dos países que está mais próximo da União Europeia pelo seu passado, presente e pela visão que temos conjunta do futuro", disse a embaixadora, ressaltando que o Brasil vive um período "fantástico" de expansão.

A embaixadora Ana Paula Zacarias disse ainda que o bloco europeu composto por 27 países espera cooperação da principal nação dos Brics (Brasil, Rússia, China e Índia) para enfrentar os grandes desafios mundiais, designadamente economia verde, segurança alimentar e segurança energética.

LIPOR, empresa portuguesa, estuda projetos de gestão de resíduos no Brasil

 



A empresa portuguesa Lipor está a estudar projetos de gestão de resíduos no Brasil, negócios em que poderia participar com outras empresas portuguesas para aproveitar conhecimentos e experiência que detém nesta área, disse hoje o seu administrador-delegado.

Fernando Leite explicou  que o trabalho de análise está a ser realizado em S. Paulo e Minas Gerais, mas já existe um conjunto de outras possibilidades como em Angola ou na Polónia.

"O Brasil tem muitas lixeiras e necessita de montar projetos de valorização de resíduos", uma área em que a Lipor tem "conhecimento e experiência", depois de ter instalado um sistema de gestão na região do Porto, referiu o responsável, que falava à margem da apresentação do Prémio de Inovação para a Sustentabilidade, em Lisboa.

O administrador-delegado da Lipor salientou ainda a "importância de contribuir para a economia portuguesa através da partilha do conhecimento adquirido, a nível internacional".

TOM CANNAVAN, jornalista britânico, seleciona 50 vinhos portugueses frescos, frutados e fáceis de beber

O vinho português também pode ser fresco, saboroso e fácil de beber, descobriu o jornalista britânico Tom Cannavan, que este ano foi responsável por escolher os 50 melhores vinhos portugueses para o Reino Unido.

No espaço de oito meses este escocês provou mais de mil vinhos e visitou as regiões portuguesas e respetivos produtores, mas cedo abandonou a ideia inicial de escolher exemplos de vinhos originais e clássicos.

“Depressa abandonei a ideia porque os produtores andam na fronteira - usam castas tradicionais [na produção do vinho] mas com um estilo moderno - e percebi que a divisão entre originais e clássicos era falsa”, afirmou à agência Lusa.

Decidiu então começar a procurar vinhos que “mostrassem uma frescura verdadeira”, acabando por selecionar um conjunto de brancos e tintos “muito frescos, atraentes, saborosos, vinhos para acompanhar comida”.

Cannavan “não queria vinhos que fossem pesados, vinhos que tivessem demasiado carvalho ou demasiada extração e riqueza”, vincou.

Assim, elegeu antes “vinhos que tivessem suficiente fruta e fáceis de beber mas que tivessem frescura e refrescassem o palato com boa acidez e claridade”.

O jornalista acredita que esta categoria “é uma das coisas pelas quais Portugal não tem suficiente reputação mas depressa percebi que é possível encontrá-la”.

A lista final inclui 13 brancos, 35 tintos e dois vinhos licorosos, produzidos nas regiões do Dão, Vinho Verde, Colares, Beiras, Alentejo, Douro, Lisboa, Trás-os-Montes, Bairrada, Península de Setúbal, Tejo e Minho.

terça-feira, 7 de junho de 2011

EDP espera obter 322 milhões de euros com venda de ações da Energias do Brasil


 

A EDP - Energias de Portugal espera obter 740,3 milhões de reais (322 milhões de euros) com a venda de parte de suas ações na Energias do Brasil.São Paulo, 06 jun (Lusa) - A EDP - Energias de Portugal espera obter 740,3 milhões de reais (322 milhões de euros) com a venda de parte de suas ações na Energias do Brasil.

Segundo o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira na última sexta-feira, a EDP vai colocar no mercado, inicialmente, 19.919.510 ações.

Esse número poderá subir para 21.911.460 caso haja uma oferta secundária de papéis da subsidiária brasileira, o que resultará num enxaixe de 814,3 milhões de reais (354 milhões de euros).

Os valores foram estimados com base no preço das ações da Energias do Brasil na Bolsa de Valores de São Paulo a 31 de maio - 38 reais (16,50 euros). O valor é apenas um indicativo, já que o preço final do papel será fixado após a efetivação dos pedidos de reserva de ações.

Entre 10 e 15 por cento das ações colocadas à venda deverão estar disponíveis para particulares, enquanto o restante será destinado a investidores institucionais.

A oferta pública de ações foi anunciada em maio deste ano pela elétrica portuguesa. A EDP possui uma participação de 64,8 por cento na filial brasileira e planeia oferecer ao mercado até 14 por cento do capital da subsidiária no Brasil.

Eletrobras manifesta interesse

Logo após o anúncio da venda das ações, a imprensa brasileira divulgou que a estatal Eletrobras tinha interesse em entrar no capital da Energias do Brasil, com uma participação que lhe garantisse assento no conselho de administração da companhia.

Portuguesa SAG abre Unidas a 3 novos acionistas



A portuguesa SAG anunciou a abertura do capital da brasileira Unidas, que opera na área de locação de veículos e gestão de frotas, a três novos acionistas, que tomaram uma posição de 47 por cento.

Os fundos Gávea Investimentos, Kinea Investimentos e Vinci Partners adquiriram 47 por cento da Unidas e capitalizarão a companhia com 300 milhões de reais (130,4 milhões de euros), mantendo-se a SAG como acionista maioritário.

A Unidas, que estava em dificuldades financeiras desde a crise de 2008, espera aumentar a sua presença no mercado com a operação.

Martifer, o grupo empresarial português, avança com fábrica no Brasil

O grupo português Martifer deu mais um passo na sua estratégia de internacionalização, ao avançar com a construção de uma nova fábrica de infra-estruturas metálicas no Estado de São Paulo, no Brasil. O investimento é de cerca de R$ 30 milhões (13,1 milhões de euros) e deverá estar concluído no final deste ano, informa o "Diário Económico".

"A Martifer ganhou um projecto de um centro comercial de seis milhões de euros, o que representa a estreia na área das construções metálicas neste país. Estamos a concorrer a várias obras e esperamos resultados em breve", indicou fonte oficial do grupo àquele jornal português.

No Brasil, a Martifer é apontada como responsável pela estrutura metálica do futuro centro comercial de Vale Verde Shopping, em Pindamonhangaba.

Com uma capacidade instalada de 12 mil toneladas, a nova unidade industrial, apesar de estar direccionada para o mercado brasileiro, foi também projectada para poder vir a fornecer outros países da América Latina.

A Martifer está a acompanhar os projectos no Brasil relacionados com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e do Campeonato do Mundo de Futebol, com vista a poder fornecer estruturas metálicas para os novos estádios.


Além deste negócio, a Martifer já está presente no Brasil na área de produção de energia eólica, com participação num parque na região Nordeste do país.

Grupo português "Vista Alegre" vai reforçar aposta no Brasil



A Vista Alegre Atlantis, fabricante portuguesa de porcelanas e peças de cristal, quer reforçar a sua aposta no Brasil, um mercado que no primeiro trimestre deste ano já deu um contributo significativo para o aumento das exportações do grupo.

A Vista Alegre Atlantis assegura, no seu relatório trimestral, que "a presença no Brasil continuará a ser reforçada, pois este mercado tem um potencial muito grande para os produtos Vista Alegre Atlantis".

A empresa lusa informou, nas contas do primeiro trimestre de 2011, que "encontra-se em fase de constituição uma subsidiária no Brasil em conjunto com um parceiro local". Mas a Vista Alegre Atlantis não dá, para já, mais detalhes sobre este processo.

A empresa refere que "os canais de exportação serão uma prioridade com mais acções de marketing e intensificação da participação em feiras internacionais".

No período de janeiro a março, as exportações da Vista Alegre Atlantis subiram 9,4%, com destaque para as vendas para o mercado brasileiro.

domingo, 29 de maio de 2011

“A globalização e a internacionalização das empresas brasileiras em Portugal”

Encontro em Portugal vai ampliar parcerias para empresas do Brasil

A Principia Editora lançou na passada sexta-feira, dia 27, na Embaixada do Brasil em Lisboa, o livro “A globalização e a internacionalização das empresas brasileiras em Portugal”, da autoria de Cristiano Cechella,

Segundo o autor,  o trabalho sublinha que a tendência da informação económica sobre os dois países “é altamente positiva”. Em que medida o trabalho que agora lança se diferencia de anteriores investigações sobre as relações económicas luso-brasileiras? Este é o primeiro livro que trata dos investimentos das empresas brasileiras em Portugal.

Também é o primeiro livro sobre a internacionalização das empresas brasileiras num país em particular. E Portugal é o primeiro! Neste sentido, é realizado um profundo estudo sobre 27 factores que caracterizam o actual perfil dos investimentos das empresas brasileiras em Portugal, como benefícios para Portugal e Brasil.

O livro analisa o impacto no desenvolvimento regional, factores de competitividade, retorno sobre o investimento, importância da geografia económica, e muito mais, com base nas teorias e estudos sobre as motivações de investir no exterior,  evolução do investimento estrangeiro no mundo desde o século XIX,  ascensão dos países emergentes.

Também analisa em, em especial, os BRICs, designadamente o novo estágio do Brasil como investidor internacional, e a economia portuguesa, a sua evolução e um estudo comparativo entre as motivações para investir.

Teixeira Duarte, a construtora portuguesa, cresce 45% no Brasil

 


A construtora portuguesa Teixeira Duarte obteve no primeiro trimestre um crescimento de 45% no mercado brasileiro, onde as suas operações renderam um volume de negócios de 43 milhões de euros, que comparam com os 29,6 milhões dos primeiros três meses do ano passado.

Entre os mercados de referência da Teixeira Duarte, o Brasil foi o que mais cresceu, conseguindo consolidar o estatuto de terceira grande operação do grupo, logo a seguir a Portugal e Angola.

Em Portugal, o volume de negócios da Teixeira Duarte recuou de 126,5 milhões de euros para 123,4 milhões, segundo as contas publicadas esta quinta-feira pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Já em Angola as receitas subiram, passando de 109,9 milhões de euros no primeiro trimestre de 2010 para 114 milhões no mesmo período de 2011.

Globalmente, as receitas do grupo português atingiram 308,9 milhões de euros até março, acima dos 296,9 milhões do período homólogo do ano passado. Um crescimento devido, na sua maior parte, ao Brasil, já que dos nove países destacados pela Teixeira Duarte cinco registaram descidas do volume de negócios.

Especialmente expressivo na operação brasileira da Teixeira Duarte foi a área imobiliária. Aqui o grupo cresceu, no Brasil, a uma taxa de 173% face ao primeiro trimestre de 2010. Ainda assim, como esse negócio em Portugal teve uma queda de 56%, o volume de negócios do grupo no imobiliário permaneceu estável nos 26 milhões de euros.

No Brasil, a Teixeira Duarte assume participações em quase duas dezenas de empresas. Controla 60% da Somafel (construção), 76% da Empa (também de construção) e detém posições próximas dos 76% em várias empresas de concessões e serviços, como a Empa Logística, Gongoji Montante Energia, Paredão de Minas Energia e Taboquinha Energia. Todas com sede em Belo Horizonte. Além destas, a Teixeira Duarte detém várias empresas imobiliárias, tendo a maior parte escritórios em São Paulo e uma delas sede em Recife.

Indirectamente, a Teixeira Duarte está também presente no negócio petrolífero, através da empresa Alvorada Petróleo. A sua participação ronda os 36%.

Vice-presidente da TAP recebe título de Cidadão de Porto Alegre



O vice-presidente da TAP, Luiz Mór, será homenageado pela Câmara Municipal de Porto Alegre com o título de Cidadão de Porto Alegre.

O vereador Idenir Cecchim encaminhou o pedido e o prefeito José Fortunati sancionou. A solenidade acontecerá no dia 14 de junho de 2011, informa a empresa em comunicado.

“Luiz Mór recebe o título como reconhecimento pela atenção que tem dedicado à cidade ao longo de sua trajetória como administrador de companhias aéreas, dentre as quais se destaca a TAP”, afirma Cecchim.

A partir do dia 12 de junho deste ano, a transportadora aérea portuguesa oferecerá aos gaúchos e a toda região Sul do Brasil quatro frequências semanais diretas entre Porto Alegre e a Europa.

"É uma grande honra para mim, e para a TAP, receber ilustre título. Em todos os lugares que for, sempre levarei Porto Alegre no meu coração", afirmou o vice-presidente.

7ª edição da conferência internacional CCPortugal




De 25 e 26 de Maio, um painel de oradores internacionalmente reconhecidos esteve no Hotel da Penha Longa, em Sintra, Portugal, para partilhar o seu know-how e experiência sobre a emergência das redes sociais e a melhor forma de alavancar este fenómeno para captar e fidelizar clientes e projectar negócios.

Organizada pela Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC) em parceria com a McKinsey & Company, a CCPortugal 2011 volta a ser reconhecida como evento de grande qualidade, notoriedade e visibilidade, no qual a aposta tem elevado retorno garantido, como podem comprovar os diversos parceiros que já se associaram a esta conferência: Altitude Software, Tempo-Team, Randstad, EDP, RHmais, Millennium BCP, ZON, PT Contact, MainSystems, Teleperformance, CONTACT, Talisma, Collab, Quobis, Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, Acepi, Hotel Inglaterra, Banyan Tree Spa Estoril, Termas do Estoril, Nescafé Dolce Gusto, Human, Pessoal, RH Online, RH TV, Fora de Série, OJE e OUTMarketing.

Grupo português Orey aumenta negócios no Brasil


O grupo português Orey, através da Orey Financial, fechou o primeiro trimestre com crescimento na sua operação brasileira. No Brasil a Orey aumentou as comissões líquidas em 9,8%, num trimestre em que os activos sob gestão se ampliaram em 4,2%.

O relatório do primeiro trimestre da Orey revela que o volume de comissões líquidas foi de 0,45 milhões de euros entre janeiro e março, contra os 0,42 milhões de igual período do ano passado.

Já o volume de activos geridos pela Orey no Brasil teve um crescimento mais modesto (4,2%), passando de 174,5 para 181,9 milhões de euros.

A expansão dos negócios no Brasil foi condicionada negativamente pela área de fundos de investimento, cujos activos caíram 45,4%, para 27 milhões de euros. Uma evolução que anulou grande parte do crescimento na actividade de gestão de carteiras, cujos activos subiram 24%, para 154,8 milhões de euros.

Na gestão de carteiras o aumento "foi motivado pela recuperação dos valores dos activos no mercado local e, fundamentalmente, através da entrada de novos recursos ao longo do ano de 2010", explica a Orey. A empresa fechou o mês de março com 283 clientes, mais seis que em março do ano passado.

Mota-Engil, o grupo empresarial português, cresce no Brasil

O grupo português Mota-Engil já está a tirar partido da sua aposta no Brasil. A Geovision, empresa brasileira adquirida no ano passado no âmbito da estratégia da Mota-Engil de reforçar a sua área de ambiente e serviços, contribuiu, nos primeiros três meses deste ano, com 14 milhões de euros para os negócios da companhia lusa.

A Mota-Engil obteve até março 114 milhões de euros de vendas na sua divisão de ambiente e serviços, com um crescimento de 45,6% face ao primeiro trimestre de 2010. "Este aumento incorpora, entre outros, o efeito da consolidação pela primeira vez da Geovision (Brasil), com um contributo de cerca de 14 milhões para a área de negócio. Este crescimento, aliado à manutenção das margens EBITDA (2011: 19,8%; 2010: 18,8%), provocaram melhorias relevantes ao nível do desempenho operacional", descreve o grupo no relatório trimestral.

Nesta mesma área de negócio, o EBITDA da Mota-Engil disparou 53,5%, atingindo 22,5 milhões de euros. A Geovision contribuiu com 2,1 milhões de euros.

No conjunto do grupo, as vendas totais da Mota-Engil subiram 6,5% no primeiro trimestre, para 431,3 milhões de euros (quase três quartos das receitas vêm da área tradicional da construção). O EBITDA ascendeu a 51,3 milhões de euros (mais 18,3%).

O lucro da Mota-Engil no primeiro trimestre, por seu lado, subiu 2,9%, para 3,1 milhões de euros.

A carteira de encomendas do grupo português está agora em 3,5 mil milhões de euros, sendo 35% na construção em Portugal, 28% em África, 16% na Europa Central, 8% na América e 13% na divisão de ambiente e serviços.

sábado, 21 de maio de 2011

14° Leilão Luso-Brasileiro de cavalos lusitanos


Evento acontece a partir das 10h, na Coudelaria Ilha Verde, em Araçoiaba da Serra (SP)


Com o empresário José Victor Oliva à frente, o tradicional Leilão Internacional Luso-Brasileiro de cavalos lusitanos chega à sua 14ª edição, apresentando 30 dos melhores exemplares selecionados por grande criadores.

Entre os vendedores convidados figuram importantes entusiastas da raça, como Manuel Tavares de Almeida Filho (Coudelaria Rocas do Vouga), Luiz Salgado (Haras LS-Itirapina), Paulo Salles (Fazenda Santa Izabel), José Carlos Garcia (Haras Modelo), Eduardo Bundyra (Haras Crystal), além do próprio Oliva (com sua Coudelaria Ilha Verde).

Com o martelo conduzido por Nilsinho Genovesi e a organização por conta da IGS Leilões, o remate tem tudo para entrar para a história dos leilões da raça, devido à qualidade superior dos lotes, animais comprovados em pista ou de futuro bastante promissor em provas de Adestramento Clássico, para crianças ou adultos. 


Aliás, o Puro-Sangue Lusitano já acumula grandes feitos para o desporto brasileiro na modalidade: medalha em Jogos Pan-Americanos, participações olímpicas (2008), nos Jogos Equestres Mundiais (2010) e inúmeras vitórias em concursos de alto nível.

Grupo português Orey aumenta negócios no Brasil



O grupo português Orey, através da Orey Financial, fechou o primeiro trimestre com crescimento na sua operação brasileira. No Brasil a Orey aumentou as comissões líquidas em 9,8%, num trimestre em que os activos sob gestão se ampliaram em 4,2%.

O relatório do primeiro trimestre da Orey revela que o volume de comissões líquidas foi de 0,45 milhões de euros entre janeiro e março, contra os 0,42 milhões de igual período do ano passado.

Já o volume de activos geridos pela Orey no Brasil teve um crescimento mais modesto (4,2%), passando de 174,5 para 181,9 milhões de euros.

A expansão dos negócios no Brasil foi condicionada negativamente pela área de fundos de investimento, cujos activos caíram 45,4%, para 27 milhões de euros. Uma evolução que anulou grande parte do crescimento na actividade de gestão de carteiras, cujos activos subiram 24%, para 154,8 milhões de euros.

Na gestão de carteiras o aumento "foi motivado pela recuperação dos valores dos activos no mercado local e, fundamentalmente, através da entrada de novos recursos ao longo do ano de 2010", explica a Orey. A empresa fechou o mês de março com 283 clientes, mais seis que em março do ano passado.
 
 
 

Grupo português de construção Mota-Engil cresce no Brasil


O grupo português Mota-Engil já está a tirar partido da sua aposta no Brasil. A Geovision, empresa brasileira adquirida no ano passado no âmbito da estratégia da Mota-Engil de reforçar a sua área de ambiente e serviços, contribuiu, nos primeiros três meses deste ano, com 14 milhões de euros para os negócios da companhia lusa.

A Mota-Engil obteve até março 114 milhões de euros de vendas na sua divisão de ambiente e serviços, com um crescimento de 45,6% face ao primeiro trimestre de 2010. "Este aumento incorpora, entre outros, o efeito da consolidação pela primeira vez da Geovision (Brasil), com um contributo de cerca de 14 milhões para a área de negócio. Este crescimento, aliado à manutenção das margens EBITDA (2011: 19,8%; 2010: 18,8%), provocaram melhorias relevantes ao nível do desempenho operacional", descreve o grupo no relatório trimestral.

Nesta mesma área de negócio, o EBITDA da Mota-Engil disparou 53,5%, atingindo 22,5 milhões de euros. A Geovision contribuiu com 2,1 milhões de euros.

No conjunto do grupo, as vendas totais da Mota-Engil subiram 6,5% no primeiro trimestre, para 431,3 milhões de euros (quase três quartos das receitas vêm da área tradicional da construção). O EBITDA ascendeu a 51,3 milhões de euros (mais 18,3%).

O lucro da Mota-Engil no primeiro trimestre, por seu lado, subiu 2,9%, para 3,1 milhões de euros.

A carteira de encomendas do grupo português está agora em 3,5 mil milhões de euros, sendo 35% na construção em Portugal, 28% em África, 16% na Europa Central, 8% na América e 13% na divisão de ambiente e serviços.