sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tap "de braços abertos" com vozes de Portugal, Brasil e Angola



Levanta voo na próxima segunda-feira, 28 de Fevereiro, a nova campanha da transportadora aérea portuguesa TAP, com três continentes debaixo de rota: Europa, África e América do Sul. A ajudar a comunicar a nova assinatura da marca - "de braços abertos" estão a fadista portuguesa Mariza, o angolano Paulo Flores e a brasileira Roberta Sá dando voz a “uma música que pretende assumir-se como um hino à união das culturas lusófonas”,

Com recurso a um coro composto por trabalhadores da empresa e música em ritmos lusófonos, a nova campanha, criada pela agência McCann, vai chegar ao público-alvo através de ‘outdoors', rádio, Internet e imprensa especializada.

Luís Monteiro, director de Marketing da TAP, justifica a nova campanha com a necessidade de criar uma relação mais próxima com os clientes.

Grupo português Martifer define Brasil como prioridade estratégica


O grupo português Martifer definiu o mercado brasileiro como uma das prioridades na nova estratégia até 2013, apontando o Brasil como mercado-chave para o desenvolvimento do negócio de construções metálicas, base tradicional do grupo.

Já presente no Brasil através do desenvolvimento de projectos de energias renováveis, a Martifer quer crescer mais na venda de estruturas metálicas para a construção. Europa, Angola e Brasil são as regiões privilegiadas na nova estratégia do grupo industrial luso.

Neste segmento de actividade a Martifer obteve receitas operacionais de 292 milhões de euros no ano passado. O plano de expansão aponta para um volume de receitas entre 440 e 460 milhões de euros em 2013.

Uma das orientações estratégicas que o grupo português acaba de apresentar ao mercado é "entrar no mercado brasileiro e em outros mercados com fortes perspectivas de crescimento e margens atractivas".

A avaliação que a Martifer faz do Brasil está directamente ligada com os eventos desportivos dos próximos anos. A empresa portuguesa destaca o Brasil como "o país com o mais elevado crescimento esperado para os próximos anos, com um significativo investimento público relacionado com a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016". "É uma certeza para o futuro", diz a Martifer.

Por outro lado, a Martifer admite que o Brasil poderá proporcionar algumas vendas de activos, ao nível dos projectos energéticos. O grupo está a desenvolver parques eólicos no mercado brasileiro e avalia actualmente esses activos em 32,8 milhões de euros.

Vice-presidente da TAP recebe prémio “Personalidade Turística do Ano” pelo trabalho no Brasil

 

O vice-presidente da TAP, Luiz Mór, foi homenageado com o prémio “Personalidade Turística do Ano” da Associação dos Jornalistas Portugueses de Turismo (AJOPT), que se destina a distinguir, anualmente, uma entidade ou uma personalidade que se tenha destacado pela sua ação em favor do turismo português.

Segundo o presidente da AJOPT, Salvador Alves Dias, “as notícias mais recentes do movimento da hotelaria em Lisboa confirmam o crescimento e a importância do mercado brasileiro, que não só não está esgotado, como continua a ter um enorme potencial de crescimento. Na realidade, o Brasil posiciona-se como o segundo mercado com maior número de dormidas nos estabelecimentos localizados na região de Lisboa.”

“Com mais de 1,4 milhões de passageiros transportados nas suas linhas do Brasil em 2010, o que traduz um crescimento de 25% em relação ao ano anterior, obtido com base nas vendas no Brasil, a TAP foi pioneira na abertura deste mercado e na promoção do destino Portugal”, afirmou Salvador Dias.

Portugal e Brasil promovem intercâmbio de boas práticas na distribuição


A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) assinam hoje um protocolo de cooperação institucional que visa a troca de experiências e cooperação técnica, com o objectivo de atingir as melhores práticas na área da distribuição.

O protocolo estabelecido incide, sobretudo, em questões relacionadas com a utilização e redução do consumo de sacos de plástico no retalho, prevenção de quebras nos produtos, relações laborais e de recursos humanos e sustentabilidade. Está ainda prevista cooperação a nível jurídico e tributário no sector, intercâmbios comerciais, culturais e técnicos.

Neste protocolo são salvaguardadas as especificidades legais de cada país, podendo ainda ser estendido a outras áreas de interesse de ambas as partes. O acordo celebrado vigora pelo período de um ano.

Luís Reis, presidente da APED, afirma: “Apesar de Portugal já ter um sector da distribuição ao nível do melhor que existe no mundo, é sempre importante receber contributos do que está a acontecer a nível internacional e trocar experiências com quem actua nesta área. É esse o objectivo deste acordo, que permite ainda mostrar que a distribuição portuguesa tem muito para exportar, em termos de boas práticas e bons desempenhos”.

Sobre a APED

A APED é uma associação patronal, de âmbito nacional, que engloba empresas que desenvolvem a sua actividade no retalho – alimentar e não alimentar – de grande consumo, que tem como objectivo, entre outros, a defesa da livre concorrência e a liberdade de acesso ao mercado de todos os agentes económicos. Em Portugal, a APED é, actualmente, a única entidade associativa representativa do Comércio Moderno.

Vinhos do Douro em destaque na televisão brasileira


Reportagem exibida pela  TV Globo traçou uma panorâmica sobre a produção de vinhos em Portugal. Um dos destaques foi o vinho do Douro. Essa região, que produz vinho há mais de 300 anos, descobriu que a tecnologia não substitui a tradição. Pelo contrário: elas se aliam para produzir vinhos cada vez melhores.

"O Douro continua surpreendendo o mundo", refere a reportagem, salientando que: "as encostas pedregosas do Rio Douro são as primeiras terras demarcadas de vinhos do mundo, desde 1756.

Câmara do Comércio de Minas Gerais organiza viagem às vinícolas portuguesas

A Câmara Portuguesa de Comércio de Minas Gerais está com inscrições abertas para uma viagem às vinícolas portuguesas. O roteiro inclui as mais importantes e destacadas quintas da região do Douro, onde poderá ser degustado o que há de melhor dos vinhos da região. A viagem inclui, ainda, uma digressão gastronómica, com o melhor e mais autêntico da culinária portuguesa.

O roteiro começa dia 5 de março, com a partida de Belo Horizonte para Lisboa, em voo da TAP, e termina dia 14 na cidade do Porto, de onde o grupo retorna a Belo Horizonte.

O enófilo Gerson Lopes, editor e criador do site http://www.vinhoesexualidade.com.br/, garante que o roteiro programado "é maravilhoso".

Portugal Telecom confiante no Brasil



A Portugal Telecom está confiante quanto ao crescimento do grupo nos próximos anos, que será suportado pela entrada na brasileira Oi e pelos negócios na África, disse o presidente-executivo da empresa, Zeinal Bava.

Segundo ele, o grupo português tem uma “remuneração atrativa para o acionista”,  uma solidez financeira e uma diversificação geográfica. Isso tudo deixa a companhia bem preparada para os tempos difíceis que se avistam, em termos macroeconmicos.

“Acreditamos que temos uma política de remuneração ao acionista e um perfil de negócios, após a transação da Oi, que tem escala, crescimento e um balanço sólido, que são fatores críticos de sucesso no nosso setor”, salientou Bava.

A Portugal Telecom anunciou nesta quinta-feira lucro recorde de 5,672 bilhões de euros em 2010 suportado na venda da sua posição na Vivo à Telefónica.
 
“Depois de concluída a transação da Oi, vamos ter uma exposição geográfica diversificada e equilibrada, com mais de 55% das nossas receitas vindo de países com elevado crescimento como o Brasil e na África”, afirmou o executivo em entrevista à agência Reuters.

“Acreditamos que a economia brasileira tem uma perspectiva muito sólida e vai continuar a suportar a performance da Portugal Telecom no futuro.”

A Portugal Telecom deverá começar a consolidar a sua posição de cerca de 22% na Oi a partir do segundo trimestre de 2011, depois de concluída a operação num valor de cerca de 3,7 bilhões de euros.

Empresários portugueses e angolanos lançam sociedade para investir no Brasil


A designação é Sociedade de Investimentos InterOceânico e o objectivo é avançar em empreendimentos em vários países, com foco em Portugal, Angola, Brasil e China. A abertura de um banco no Brasil, para a qual já foi pedida autorização, e uma parceria com um grupo brasileiro da indústria de papel, fazem parte das das prioridades.
 
A nova sociedade de investimento, da qual fazem parte empresários conhecidos como Francisco Pinto Balsemão, Manuel Rui Nabeiro, embaixador António Monteiro, Hipólito Pires e Daniel Proença de Carvallho, inicia actividades com capital social de 75 milhões de euros e será presidida por Carlos da Silva, que é também presidente do angolano Banco Privado Atlântico, de que é accionista principal a estatal de petróleos Sonangol.

De acordo com a apresentação feita hoje em Lisboa, a abertura de um banco no Brasil e a indústria de pasta de papel, em parceria com um grupo brasileiro, estão no topo da lista dos primeiros negócios a desenvolver pela InterOceânico, que pretende captar investidores brasileiros e chineses.

Carlos da Silva disse também que estão em negociações para a entrada de capital de uma holding internacional no sector da energia para adquirir uma participação de 3 a 5%.

Madeira aposta no Brasil


A Madeira vai investir 100 mil euros em  campanhas de promoção no Brasil e nos EUA.

O Governo Regional daquela Região Autónoma portuguesa quer continuar a estratégia de diversificar os mercados e depois dos «bons resultados» alcançados com a Polónia e a Rússia, o Turismo da Madeira avança para o outro lado do Atlântico.

O anúncio foi feito ontem  na abertura da Bolsa de Turismo de Lisboa, que está a decorrer na FIL, junto ao Parque das Nações, até domingo.

A Madeira irá apostar em quatro novos mercados – São Paulo, no Brasil, Miami, Nova Iorque (através da ligação a Newark) e Boston, nos EUA – e, para tal, conta com o apoio das companhias aéreas parceiras parceiras TAP e SATA.

Grupo português Prébuild vai investir R$900 milhões em Alagoas


O governador de Alagoas, Teotónio Vilela Filho, e o secretário do Planejamento e Desenvolvimento, Luiz Otávio Gomes estão em Portugal para conhecer melhor o grupo Prébuild Engenharia que pretende investir cerca de R$ 900 milhões em Alagoas naquele Estado do Nordeste brasileiro

Teotonio Vilela Filho irá conhecer as 12 fábricas do grupo Prébuild localizadas na capital, Lisboa, e nas cidades do Porto, Fátima e Gaia.

O Grupo Prébuild tenciona construir um Pólo Industrial Prébuild que ocupará uma área total de 100 hectares, sendo constituído por diversas fábricas de 7 sectores industriais. O empreendimento vai gerar cerca de 4 mil empregos diretos e indiretos, dos quais 200 serão portugueses. Estes trabalhadores estão agora em formação nas unidades fabris do grupo em Lisboa, Braga, Leiria e Ílhavo.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa da holding de capital português, a nova unidade vai reforçar a estratégia de internacionalização do grupo para o continente Sul-Americano.

No Pólo a ser instalado em Alagoas, o grupo quer montar uma indústria para produzir materiais de construção para pré-fabricados (principalmente madeira, vidro e alumínio), com 650 mil metros quadrados. "Esperamos que dentro de um ano estejam resolvidos todos os trâmites burocráticos para a instalação da nova unidade do grupo no Estado", disse em comunicado, o presidente do grupo, João Leão.

Apesar de 100% português, o grupo Prébuild foi criado em Angola, país onde detém a maior parte da sua actividade. Das 36 empresas que detém, 12 são em Portugal, país onde em 2010 criou 500 novos postos de trabalho e facturou 350 milhões de euros.

"Depois de Angola e Portugal, esta operação vai permitir à Prébuild seguir a sua estratégia de internacionalização para o mercado brasileiro e restantes países da América Latina. Para isso, era fundamental estabelecermos uma base neste continente de modo a reunir as condições logísticas necessárias para viabilizarmos a entrada nos mercados Sul-Americanos. Além do potencial deste mercado, o Brasil foi a escolha natural, onde a mesma língua e a semelhança de culturas acabaram por se tornar fundamentais para a nossa decisão", concluiu João Leão

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Brasil promove turismo em Portugal


A próxima semana será marcada por ações de promoção turística do Brasil em Portugal, que é considerado o quarto país europeu que mais envia turistas para conhecer destinos brasileiros. O Ministério do Turismo, por meio do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) promoverá mais uma edição do roadshow Brasil Sensacional e participará da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).

Em 2009, 183.697 portugueses escolheram o País como destino. Portugal é também o país europeu de maior oferta de conexão aérea para o Brasil, com voos da TAP para Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), Salvador (BA), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Campinas (SP). Ao todo, são 70 frequências semanais. Grande parte do número de turistas portugueses, 74,3%, que visitou o País em 2009, já visitou o Brasil outras vezes e mesmo assim, 94% pretende voltar.

Para o presidente da Embratur, Mário Moysés, esses dados mostram o alto grau de fidelidade do turista português com o Brasil, tanto por falar o mesmo idioma, como pelos laços históricos e culturais entre os dois países. “O nosso desafio atual é diversificar a oferta de destinos turísticos brasileiros, apresentando novidades ao público português. A malha aérea que liga os dois países permite hoje que não só os turistas portugueses, mas toda Europa, entrem no Brasil por cidades diferentes, permitindo conhecer novas regiões e destinos brasileiros”, disse Mário.

A semana de promoção dos destinos e produtos turísticos brasileiros no mercado português começará na segunda-feira, dia 21, quando a Embratur realizará o roadshow Brasil Sensacional na cidade de Porto. O mesmo evento acontece no dia 22, em Lisboa.

Sogrape de Portugal reforça aposta de seus vinhos no Brasil

Exportando para mais de 120 países, com distribuição própria em Angola, EUA e Ásia-Pacífico, e facturando cerca de 195 milhões de euros, a empresa portuguesa Sogrape - dona das marcas de vinhos Mateus, Gazela e Grão Vasco - está  também a posicionar-se no Brasil.

Em 2010, a Sogrape  passou a ter no Brasil um gestor de área residente para apoiar distribuidores locais e aumentar as vendas. Em 2010 o volume de negócios no mercado brasileiro foi de 3 milhões de euros e deverá chegar aos 3,5 milhões em 2011.

«Temos três origens de produção que são da maior relevância no Brasil: Portugal, Argentina, Chile. A Argentina e o Chile porque estão ali ao lado e são os vinhos que os brasileiros consomem muito até por proximidade geográfica. E Portugal por afinidade cultural e porque é uma tradição», disse Pedro Sottomayor.

Comércio luso-brasileiro mais do que triplica, em Janeiro


As trocas comerciais entre Portugal e o Brasil no primeiro mês deste ano mais do que triplicaram em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC), a corrente de comércio entre os dois países somou US$ 268,9 milhões, com um crescimento de 223%.

Para o resultado contribuíram os US$ 219,1 milhões que o Brasil exportou para Portugal e os US$ 49,8 milhões em exportações portuguesas para o mercado brasileiro. O índice de cobertura das vendas do Brasil sobre as importações foi de 4,4 vezes, o mais alto desde junho do ano passado.

Em comparação com janeiro do ano passado, as exportações brasileiras para Portugal tiveram um aumento de 322%. Mas ficaram abaixo dos US$ 248 milhões registrados em dezembro de 2010.

No sentido inverso, as vendas lusas para o Brasil apresentaram em janeiro um crescimento de 59% face ao mesmo mês do ano passado, mas também ficaram aquém dos US$ 59,5 milhões exportados em dezembro.

O ano 2010, recorde-se, terminou com uma corrente de comércio entre os dois países de US$ 2,08 bilhões, acima dos US$ 1,7 bilhões de 2009. As trocas do ano passado cifraram-se em US$ 1,5 bilhões de exportações do Brasil para Portugal e US$ 580 milhões de importações brasileiras de produtos portugueses.

Azeite mantém liderança nas exportações portuguesas para o Brasil

A pauta de importações do Brasil com origem em Portugal mostra que o azeite continua sendo dono e senhor das exportações lusas, com uma participação de 29,6%, de acordo com os dados do MDIC para o mês de janeiro.

O segundo produto mais exportado por Portugal foi o bacalhau, com mais de 9,8% de peso na pauta. Em terceiro lugar, estão as peras frescas, com participação de 8,7%. Os cimentos, com quota de 4,9%, foram outro dos produtos mais vendidos, suplantando mesmo os vinhos (4% das exportações portuguesas para o Brasil).

Do lado brasileiro, o primeiro lugar das exportações é o petróleo, com 35% do total que o Brasil faturou a Portugal em janeiro. O açúcar em cana, com 27% de participação na pauta, é o segundo item da lista. E em terceiro lugar vêm os laminados de ferro e aço, representando 18% das exportações brasileiras para o mercado português.

Tap: Porto Alegre vai ser porta de entrada dos europeus na América do Sul

Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul,  para onde a TAP vai começar a voar em junho

A TAP quer desenvolver parcerias com congéneres na América do Sul, estando a agendar designadamente negociações com a Pluna, a companhia de bandeira do Uruguai, disse hoje o administrador executivo da transportadora aérea portuguesa.

Luiz Mór disse aos jornalistas que esta parceria se insere num conjunto de acordos que têm como objetivo transformar o destino brasileiro de Porto Alegre, para onde a TAP vai começar a voar em junho, na porta de entrada dos passageiros europeus na América do Sul.

«O objetivo é transformar Porto Alegre, que vai ser o nosso próximo destino do Brasil, na porta de entrada dos europeus para o cone sul da América do Sul -- Argentina, Buenos Aires, Uruguai, Santiago do Chile e mesmo o sul do Brasil», afirmou, à margem de uma conferência de imprensa de balanço da atividade comercial da TAP em 2010 e dos objetivos para este ano.

Lisboa acolhe na próxima semana Salão Internacional do Sector Alimentar


A capital portuguesa vai acolher na próxima semana,  dias 21, 22 e 23, no Pavilhão Atlântico, situado no Parque das Nações, mais uma edição do Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas - SISAB, a maior exposição de produtos alimentares portugueses destinados à exportação.

As inscrições deverão ser feitas diretamente através do site http://www.sisab.org/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Petrobras e a portuguesa Partex descobrem petróleo na bacia de Santos



A Petrobras, a Partex e a BG anunciaram ter descoberto petróleo no pré-sal da bacia de Santos. Em nota, a empresa brasileira disse que o óleo é "de boa qualidade" (26 graus API, um petróleo leve e de maior valor comercial) localizado no poço denominado Macunaíma.

O poço está em águas com profundidade de 2.134 metros, a 244 quilómetros da costa do Rio de Janeiro. A descoberta foi comprovada por meio de amostragem de óleo em teste a cabo, nos reservatórios localizados a cerca de 5680 metros de profundidade, indicou a Petrobras.

A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do bloco Bacia Marítima de Santos 10 (BM-S-10), onde o novo poço está localizado, com 65% de participação. Seus sócios são as empresas britânica BG Group (25%) e portuguesa Partex Brasil (10%).

A Partex é uma petrolífera portuguesa cujo capital é totalmente controlado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

"O consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nessa área conforme Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), cuja conclusão está prevista para abril de 2012", informou a Petrobras.

Na bacia de Santos, a Petrobras também tem parcerias com a Galp Energia, a maior companhia petrolífera portuguesa, que detém 10% do consórcio que exploca o bloco BM-S-11, onde está situado o campo de Tupi, recentemente renomeado campo Lula.

Empresário português Américo Amorim regressa em força ao Brasil


Passados seis anos após a venda de ativos da Amorim Imobiliária, o empresário português Américo Amorim vai regressar em força ao Brasil, desta feita com projecção no mercado internacional.

Amorim adquriu terrenos  terrenos no estado da Baíha, numa localização considerada excecional para implantar projetos na área turística e de lazer. São áreas que permitem projetar infraestruturas com espaço, desafogadas, com baixos índices de construção e que respeitem os mais modernos padrões ambientais.

Nesta zona do Brasil, Amorim investiu na compra de um conjunto de propriedades que, ao todo, têm uma área de 29,758 milhões de metros quadrados e 14,7 quilómetros de praia.

O primeiro projeto que vai arrancar localiza-se na praia do Forte e começará a ser desenvolvido a partir de julho. Concretamente, trata-se de uma propriedade localizada a 50 quilómetros da praia do Forte e permitirá construir uma área total de 160 mil metros quadrados. Poderá ser colocado nos mercados internacionais e no Brasil ao longo dos próximos três anos, prevendo-se744 milhões de dólares de facturação, ou seja, 1200 milhões de reais (cerca de €543 milhões).

A Amorim Imobiliária está também a desenvolver soluções para 1,4 milhões de metros quadrados de construção. Um destes projetos localiza-se na praia de Itacaré. Terá várias áreas, incluindo um conjunto de vivendas, apartamentos e hotéis de 5 estrelas. São projetos que terão de ser desenvolvidos, pelo menos, durante os próximos 10 anos.

"A pujança do Brasil, o seu potencial de crescimento e a vitalidade dos mercados deste grande país de língua portuguesa - disse Américo Amorim -  permitem fazer projeções favoráveis a quase todos os sectores de atividade."


Empresários do Rio Grande do Sul vão a Portugal



O sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, com o apoio da Câmara de Comércio Brasil-Portugal e da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE), eorganiza uma viagem internacional de negócios a Portugal, de 30 de abril a 6 de maio deste ano.

Os empresários terão encontros na Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal/AICEP, Porto de Lisboa, Feira Internacional de Construção Civil, centros comerciais, Associação das Pequenas e Médias Empresas, Câmara dos Despachantes Oficiais, além das agendas personalizadas, informou a Fecomércio do Rio Grande do Sul.

Mais Informações pelo telefone (51) 3392 6350

Jovem empresário português lança no Brasil A Vida é Bela para empresas


Conduzir um Mustang, ter uma aula de póquer, andar de helicóptero sobre o Rio de Janeiro, degustar um verdadeiro crepe parisiense no Nordeste brasileiro. Há 3 mil experiências diferentes no catálogo da Pandora, empresa que acaba de ser lançada no Brasil por um jovem empresário português.

"Apostámos no segmento corporativo, em vender às grandes empresas", explica Ricardo Ferreira, de 27 anos, fundador e sócio maioritário da Pandora Experiências. O empresário, que tinha ido para o Brasil iniciar a operação internacional de A Vida é Bela, da qual detinha 30%, acabou por encontrar investidores dispostos a financiar uma empresa do zero. E achou que o mercado corporativo estava tão mal explorado que era ali que se encontrava o maior potencial de crescimento.

"Os pacotes de experiências já são muito usados na Europa, mas aqui é um mercado que está só a começar", indica. "Além disso, fazer um acordo com o HSBC é a mesma coisa do que negociar com dez bancos portugueses", acrescenta. A dimensão do Brasil, por outro lado, exige um grande esforço inicial de investimento, e é por isso que a Pandora está prestes a garantir a injecção de capital por parte de um fundo.

Caixa de Pandora

A particularidade dos pacotes para empresas está no tipo de experiências e até na qualidade da caixa. Os pacotes são vendidos em dois formatos: para utilização interna nas empresas, "por exemplo para oferecer quando um funcionário faz anos ou para team building"; ou como elemento de marketing, para oferecer aos clientes finais.

Um dos negócios que a Pandora está a fechar neste momento é com uma operadora de telecomunicações, que vai oferecer um pacote de experiências a todos os clientes que aderirem à factura electrónica e ao débito directo. "Acaba por ser um investimento inicial avultado, mas que se paga em menos de um ano", garante Ricardo Ferreira. Na Pandora as experiências mais baratas custam 70 reais (30 euros) e as mais caras 380 reais (150 euros).

Outras negociações em curso incluem os bancos Santander e Bradesco, as operadoras Claro e Oi e a transportadora aérea TAM, que tem um cartão de fidelidade com vários parceiros por todo o Brasil e que poderá adicionar as caixas Pandora ao catálogo de pontos.

Com um investimento já feito de 400 mil euros, a Pandora prepara-se para uma nova fase: entrar na guerra do retalho, onde já estão A Vida é Bela - a operação montada pelo próprio presidente da Pandora - e a Smartbox.

As experiências para o consumo vão ser postas à venda nas grandes cadeias - Fnac, Pão de Açúcar, Walmart e Livraria Saraiva, em Abril -, e a expectativa é investir, até final do ano, perto de um milhão de euros.

TAP vai aumentar número de voos semanais entre Belo Horizonte e Lisboa


A transportadora aérea portuguesa TAP vai aumentar para seis voos por semana, a partir de julho, a ligação entre Belo Horizonte e Lisboa. Nos três primeiros anos de ligação entre Belo Horizonte e a Europa, a TAP já transportou mais de 284 mil passageiros e no ano passado apresentou uma taxa de ocupação média de 80%.

“Estes resultados conferem à TAP uma posição de liderança no transporte aéreo de passageiros entre a Europa e o Brasil, e refletem o bom acolhimento dos mineiros ao produto oferecido pela companhia”, disse Mario Carvalho, diretor geral da TAP para a América Latina, em comunicado da empresa.

A abertura da rota Belo Horizonte trouxe à capital mineira maior visibilidade na Europa e Minas Gerais é reconhecida como um destino atraente, que mostra a diversidade brasileira.

De acordo com a empresa, a ligação entre Lisboa e a capital estadual de Minas Gerais, na região sudeste do Brasil, regista elevado número de passageiros oriundos de Itália, Espanha e Alemanha.

Galp de Portugal investiu 173 milhões de euros no campo petrolífero de Tupi da Petrobrás, em 2010


A empresa portuguesa de petróleos Galp Energia investiu em 2010 um total de 173 milhões de euros no Tupi, campo petrolífero que explora no Brasil em consórcio com a Petrobras e a BG. A Galp, que detém 10% do agrupamento, registou no quarto trimestre do ano 46 milhões de euros investidos no Tupi.

O investimento total da Galp em 2010 foi de 1.233 milhões de euros, com destaque para o investimento no segmento de negócio de Refinação & Distribuição, que representou 65% do total do período, devido ao projecto de conversão das refinarias em Portugal.


Mas no segmento de negócio de Exploração & Produção, o investimento, explica a Galp, "foi principalmente canalizado para o Brasil, sobretudo para campos offshore, com destaque para o campo Tupi, que absorveu 173 milhões de euros".

A petrolífera portuguesa aumentou em 69% o seu investimento global em 2010. A área de exploração foi a que mais cresceu (76,7%), passando de 193 para 341 milhões de euros.

O Tupi representou mais de 14% de todo o investimento da Galp Energia no ano passado. E o mercado brasileiro já deu frutos ao grupo português, que produziu no Brasil, no bloco BMS11, 0,6 milhões de barris, o dobro da produção de 2009. Em Angola a produção da Galp avançou 13,3%, para 3,7 milhões de barris.

Portugal vai ter um dos maiores centros de dados da Europa


O presidente executivo da Portugal Telecom (PT) Zeinal Bava anunciou que a sua empresa escolheu a cidade da Covilhã  para começar a construir, já a partir do próximo Verão, “o maior centro de processamento de dados do País e um dos maiores da Europa”.

Segundo Zeinal Bava, o empreendimento corresponde à consolidação de uma estratégia que começou a ser delineada há 4 anos. “Queremos fazer aqui na Covilhã algo que sirva para os nossos clientes em Portugal, consumidores e empresas, mas também para os nossos clientes internacionais”, sublinhou. O presidente executivo da PT destacou o Data Center da Covilhã como a maior aposta da empresa na exportação de capacidade de armazenamento e aplicações.

Os servidores e escritórios do Data Center vão ocupar uma área equivalente a 10 vezes o Pavilhão Atlântico (45 mil m2) num terreno (100 mil m2) disponibilizado pela Câmara.

A PT espera que o novo centro de dados entre em funcionamento no segundo semestre de 2012 servindo empresas de todo mundo com 20 petabytes de armazenamento (cerca de 50 milhões de filmes em alta definição).

Brasileira Ecoenergy vai investir 20 milhões de euros em Portugal

A empresa brasileira Ecoenergy está a preparar um investimento de 20 milhões de euros em Portugal, para construir uma nova unidade fabril de investigação de sementes e plantação de várias espécies que poderão ser matéria-prima para abastecer centrais de biomassa. O investimento será realizado no concelho do Fundão.

A construção de viveiros e de uma biofábrica vai iniciar-se em janeiro de 2012 e o projecto dará emprego directo a 130 pessoas, segundo noticiou o "Jornal do Fundão". O investimento foi anunciado na reunião pública da Câmara Municipal do Fundão (CMF) e é visto pelo presidente da CMF , Manuel Frexes, como "uma janela de oportunidade para repovoar algumas aldeias do interior".

Espera-se uma produção anual de 20 a 25 milhões de plantas que serão colocadas numa vasta área irrigada pelo regadio da Cova da Beira, conseguindo a matéria-prima necessária para as centrais de biomassa, indicou o administrador da Ecoenergy Plus, Josué Júnior.
O empreendimento é liderado pelo grupo económico Ecoenergy Plus Comércio de São Paulo (Brasil) que tem uma representação no Estoril e que tem vindo a adquirir participações na Fomentinvest, no Fundo Atlântico e no BES, com o intuito de desenvolver projectos florestais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Brasil é o terceiro maior destino dos fundos portugueses


O Brasil foi em janeiro o terceiro maior mercado de aplicação de investimentos dos fundos portugueses, com um peso de 16% no total investido em acções, apenas atrás do mercado português, com 23,6%, e do dos Estados Unidos da América, com 19%.

Em janeiro, os fundos de investimento portugueses tinham 408,2 milhões de euros aplicados em acções do Brasil, um valor que corresponde a uma descida de 8,4% face ao mês anterior, segundo dados da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No total, os fundos lusos tinham 2,55 mil milhões de euros aplicados em acções, menos 0,8% que no mês anterior.

Embora o mercado brasileiro tenha perdido alguma quota (ainda que mantendo a terceira posição), o título com mais peso na carteira dos fundos de investimento portugueses foi brasileiro: o Bradesco.

Em janeiro, os fundos portugueses tinham 304,2 milhões de euros aplicados em acções ordinárias do Bradesco (menos 8,4% que em dezembro) e 12,8 milhões de euros nos títulos do banco brasileiro cotados nos Estados Unidos (ADR).

A título de comparação, a acção portuguesa com mais peso nos fundos foi a do Banco Espírito Santo (BES, que é accionista do Bradesco e por este participado), onde estavam aplicados em janeiro 142,4 milhões de euros, ou seja, menos de metade do investido no Bradesco.

Outros títulos brasileiros também assumiram relevo nas carteiras dos fundos portugueses, como o Itaú (15,3 milhões de euros e crescimento mensal de 6,6%), a Petrobras (11,9 milhões de euros mais 8,8 milhões nos ADR da estatal brasileira) e a Vale (11,6 milhões).

Entre as acções portuguesas com maior presença nas carteiras dos fundos estiveram, além do BES, a Galp Energia, a Zon Multimedia, a Semapa, o Espírito Santo Financial Group, a Jerónimo Martins, a Portugal Telecom, a Sonaecom, a Cimpor e a Brisa.

Câmara do Ceará assina convénio voltado para a inclusão social e digital

Cumprindo sua função de promover a inclusão social e digital das comunidades carentes de Fortaleza, o Instituto de Inclusão Digital InfoBrasil (iiiD) assinou na manhã de hoje (10) um convénio com a Câmara Brasil-Portugal (CBP) e com Rotary Planalto Alagadiço. A inicativa visa beneficiar a Associação Viva Vida, por meio da implantação de núcleos do projeto Bliblioteca Integrada a Lan House (Bila).

A assinatura do convênio teve lugar na sede da associação, localizada na Rua Barra Nova, 1000, Bairro Jardim das Oliveiras, Conjunto Tancredo Neves. O evento contou com a participação de membros da diretoria do Rotary, da Associação Viva a Vida, do Pirambu Digital, da Câmara Brasil-Portugal e dos associados do iiiD.

Criado em 2005 pelo professor Mauro Oliveira, o Bila estimula a leitura e a compreensão de textos literários, de periódicos e de revistas especializadas, utilizando a tecnologia como ferramenta para incentivar o gosto pela leitura e promover a inclusão sócio-digital.

Turismo brasileiro em Portugal cresce 37,9%



O número de dormidas de turistas brasileiros em Portugal cresceu 37,9% em dezembro de 2010, em comparação com o último mês do ano 2009, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE), que destaca o facto como "um assinalável progresso".

Em dezembro os brasileiros representaram 5,7% do total de 998 mil dormidas de estrangeiros em Portugal, o que se traduz em quase 57 mil dormidas por parte dos turistas provenientes do Brasil, ou seja, perto de 2 mil por noite.

Em dezembro, do grupo dos principais mercados emissores, apenas a Irlanda e a Espanha continuaram a apresentar decréscimos homólogos das dormidas dos seus residentes (-8,9% e -2,6% respectivamente), segundo o INE.

Os restantes mercados evoluíram favoravelmente, liderados pela França e pela Alemanha, com crescimentos superiores a 10%. O mercado britânico não apresentou alterações sensíveis (0,1%).
A nível nacional, em 2010, os estabelecimentos hoteleiros portugueses registaram 13,6 milhões de hóspedes e 37,5 milhões de dormidas, valores que representam crescimentos homólogos de 5% e 2,9%, respectivamente.

Os residentes em Portugal contribuíram com 13,8 milhões de dormidas e os não residentes com 23,7 milhões, ambos apresentando evoluções positivas relativamente ao ano anterior (4% e 2,2%, respectivamente).

Quanto às receitas do turismo em Portugal, em dezembro somaram 90,3 milhões de euros, com um crescimento de 1,6% face ao mesmo mês de 2009. No total de 2010 os proveitos turísticos ascenderam a 1,82 mil milhões de euros, 3,2% acima de 2009.

Economia digital pode criar nova ponte Portugal-Brasil - diz especialista



Portugal é “um país avançado na implementação de tecnologia de segurança digital, devido à sua posição de liderança nas tecnologias digitais e serviços electrónicos, tais como ebusiness, ecommerce e egovernment, que são áreas de forte especialização da Gemalto”, afirma Natalia da Silva Fakhri, gerente comercial da Gemalto para a área governamental da Península Ibérica.

O país “tem uma sólida infra-estrutura em termos de identidade digital, o que abre por sua vez oportunidades para as exportações e realização de transacções comerciais com outros países que poderão ser estratégicos, pelo seu posicionamento nestas matérias, nomeadamente o Brasil”, devido à “forte ligação linguística e cultural que facilita a ‘redescoberta’ do Brasil, mas agora através da economia digital”.

Para esta responsável, a Gemalto “está atenta ao impacto que estas questões têm na expansão do comércio electrónico transfronteiriço sustentável, porque só com segurança e respaldo jurídico as PME’s portuguesas poderão competir nos mercados externos usando a Internet para transacções de comércio electrónico B2B (Business to Business), nomeadamente com os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai)”.

No início de Fevereiro, no workshop “A segurança digital a alavancar o e-commerce transfronteiriço”, que decorreu em Lisboa, também Gerson Rolim, coordenador do Brasil no “Projecto Mercosul Digital”, explicou como “o Mercosul é um mercado de exportação de interesse para a Europa, pois o Brasil e a Argentina apresentam actualmente um crescimento económico acima da média europeia. Por exemplo, a América Latina apresenta um potencial de receita estimada em um trilião de dólares em comércio electrónico em 2011, o que significa uma extraordinária oportunidade para as empresas realizarem negócios on-line”.

No evento, também o CEO da Gemalto considerou que “Portugal está acima da média da União Europeia em e-government e já tem a infra-estrutura necessária para o e-commerce internacional para as pequenas e médias empresas”.

Vinhos portugueses distinguidos por publicações internacionais



O ano de 2010 chegou ao fim com várias distinções para a vinícola portuguesa Quinta do Vallado, cujos produtos são distribuídos no Brasil pela Cantu Importadora. A grande estrela do ano foi o Reserva Field Blend 2007, com 96 pontos, na Wine Spectator e na Revista Wine & Spirits, que o considerou o melhor tinto do Douro, e com 94 pontos na Wine Enthusiast Magazine.

O Reserva Field Blend 2008 também aparece na Wine Spectator com 94 pontos. A publicação conferiu, ainda, 95 pontos ao Vallado Touriga Nacional 2008.

Robert Parker, um dos críticos mais influentes do mundo, conferiu, no Wine Advocate, 93 pontos ao Vallado Douro Red Reserva 2008 e 92 pontos ao Vallado Touriga Nacional 2008, também integrante do TOP 10 da Revista de Vinhos, que elege os melhores vinhos do Douro.

Além das altas pontuações, outra conquista da Quinta do Vallado foi a construção de sua nova adega. Com investimento na casa dos 7 milhões de euros, a adega possui armazéns para barricas, engarrafamento e rotulagem.

A vinícola, que pertenceu a Dona Antónia Adelaide Ferreira, foi construída em 1716 e mantém-se até hoje na posse dos seus descendentes, indo para a sexta geração. É uma das quintas mais antigas e famosas do Vale do Douro. Situada nas margens do rio Corgo, a vinícola já possui cinco confortáveis quartos para que os visitantes explorem melhor a região do Douro, e neste ano inaugura um pequeno hotel rural de charme.

Exportações portuguesas cresceram 15,7% em 2010

As vendas de produtos portugueses ao exterior aumentaram 15,7% no ano passado, enquando as compras subiram 10,5%, revela o INE.

O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) informou que as exportações de Portugal totalizaram 36,76 mil milhões (bilhões) de euros em 2010, o que representa uma subida de 15,7% face ao ano anterior, quando caíram 17,8%, devido à crise internacional.

Só em Dezembro, as saídas de mercadorias subiram 24,3%, a segunda maior subida mensal homóloga, depois do crescimento de 25,8% verificado em Março.Em 2010, as importações subiram 10,5% para 56,78 mil milhões de euros.Contas feitas, Portugal fechou o ano passado com um défice comercial de mercadorias de 20 mil milhões de euros.

O relatório do INE indica ainda que, no comércio extracomunitário, as exportações aumentaram 18% e as importações 25,9% no ano passado, face a 2009.

Empresários portugueses visitam Estado do Tocantins

O secretário de Indústria, Comércio e Turismo do Estado de Tocantins, região Norte do Brasil, Ernani Soares de Siqueira, recebeu esta semana os empresários portugueses Estevão E. Negreiros, proprietário da Vespoli Engenharia e Construção, e Manuel Carvalho Fernandes, da Mineradora Douro Brasil.

Acompanhado pela subsecretária, Leide Mota, e por técnicos da Sictur, Ernani Siqueira explicou aos empresários lusos os diversos programas de incentivos fiscais disponibilizados pelo Estado para fomentar e desenvolver o setor industrial do Tocantins.

O secretário fez uma explanação sobre o Proindustria, que beneficia empresas do segmento industrial, que se instalem no território ou, se existentes, que apresentem projetos de expansão.

Segundo Estevão E. Negreiros, a Vespoli atua no mercado brasileiro desde a concepção do projeto, estudo de viabilidade técnica e económica, orçamento detalhado, gerenciamento, fiscalização e execução de obra nos segmentos de edificações, pavimentação e infraestrutura.

Portuguesa Exponor organiza Olive Experience em São Paulo



A Exponor Brasil vai realizar, em paralelo à ExpoVinis Brasil, a Olive Experience, um evento dedicado exclusivamente ao mundo do azeite. Portugal é um dos principais produtores mundiais de azeite.

A feira vai receber um público composto em mais de 90% por profissionais do setor , proprietários de bares, restaurantes e hotéis, atacadistas, distribuidores de alimentos, importadores e exportadores que passam pelo maior evento de vinhos da América Latina.

A Olive Experience será realizada de 26 a 28 de abril, no Expocenteer Norte, Pavilhão Vermelho, em São Paulo, em uma área de 12 mil metros quadrados. O acesso ao público vai ser das 13 às 21 h, para profissionais, e das 19 às 21h, para consumidores.

"Sabendo que o comprador de vinho também é comprador de azeite, e numa lógica de negócio que agrega valor à comercialização do azeite, decidimos criar esta feira que oferece a nossos expositores e visitantes a vantagem de encontrar estes dois produtos no mesmo espaço, à semelhança do que já acontece na Europa e nos Estados Unidos", afirmam os organizadores do evento.

Exponor está no Brasil há 12 anos

A Exponor Brasil é uma empresa portuguesa especializada na organização de feiras profissionais e eventos. No Brasil desde 1999, já foi responsável por mais de 40 feiras e diversos eventos, sendo eles de cunho coorporativo ou mesmo cultural. Pertencendo à AEP – Associação Empresarial de Portugal, a Exponor é o maior organizador de feiras e eventos em Portugal, onde possui seu próprio centro de convenções na região do Porto, norte do país.

Força Aérea dos EUA terá tecnologia portuguesa




A Critical Software, empresa nacional sediada em Coimbra, é a única empresa estrangeira a integrar um consórcio para fornecer serviços de tecnologia de informação para a Força Aérea dos EUA (USAAF).

"Este acordo é o reconhecimento da qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver em mercados maduros e exigentes", explicou à Agência Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da Critical Software.

De acordo com o mesmo responsável, a Força Aérea dos EUA vai adquirir, no âmbito deste acordo, "uma vasta gama de serviços e soluções de TI cobrindo um espetro alargado de operações e missões".

O acordo com a USAAF é "importante, exigente e ambicioso" e terá a duração de "três anos, com mais dois de opção".

A escolha da USAAF pela Critical Software "permite à tecnologia portuguesa estar entre o grupo restrito de fornecedores qualificados" para desenvolver projetos de engenharia de software e TI para o sistema eletrónico da USAAF, congratulou-se ainda o presidente executivo da empresa.

Além de ser "o reconhecimento pelo nosso trabalho", salientou Gonçalo Quadros, a seleção da Critical Software também a coloca no "pelotão da frente das empresas capazes de derrubar as difíceis barreiras à entrada que as organizações norte-americanas colocam no que toca à qualificação da sua cadeia de fornecimento".

A Critical Software foi criada em 1998, para além de Portugal já está presente em mercados como o do Reino Unido, EUA, Brasil, Roménia e Moçambique.

A empresa dedica-se a desenvolver soluções e a fornecer "serviços e tecnologias inovadoras e fiáveis para o suporte de sistemas críticos", orientados aos mercados militares (aeronáutica, espaço e defesa) e civis (indústria, telecomunicações, energia, banca e administração pública.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Grupo automóvel português investirá R$115 milhões no Brasil até 2014



O Grupo português Auto Sueco, representante da marca Volvo, anunciou que investirá R$ 115 milhões no Brasil nos próximos quatro anos. O montante será aplicado na construção e reforma de seis concessionárias de caminhões e autocarros, todas instaladas no Estado de São Paulo.

O primeiro passo desse plano já foi cumprido, com a inauguração da unidade de Guarulhos, SP, um investimento de R$ 16 milhões.

Presente no País desde 2007, por meio de cinco revendas da marca sueca no Acre, em Mato Grosso e Rondônia, o Grupo adquiriu no ano passado a Vocal, tradicional concessionária Volvo no Estado de São Paulo, com outras sete unidades. Com a abertura de Guarulhos, o Auto Sueco contabiliza hoje treze unidades no Brasil.

Tomás Jervell, presidente do Grupo Auto Sueco, maior parceiro comercial da Volvo no mundo, justifica a aposta : “O Brasil é um mercado de grande potencial, principalmente neste momento de grandes movimentações de obras de infraestrutura para a Copa do Mundo e Olimpíadas”.

O  Brasil já responde pela maior parte do facturamento do grupo, com 40%, à frente até da matriz portuguesa, com 35%. Desde a sua chegada em terras brasileiras, o grupo português já aplicou aproximadamente  outros R$ 115 milhões.

A Auto Sueco está presente em outros nove países, entre eles Angola, Espanha, Estados Unidos e Turquia, além, naturalmente, de Portugal.

Portuguesa Exponor organiza Olive Experience em São Paulo



A Exponor Brasil vai realizar, em paralelo à ExpoVinis Brasil, a Olive Experience, um evento dedicado exclusivamente ao mundo do azeite. Portugal é um dos principais produtores mundiais de azeite.

A feira vai receber um público composto em mais de 90% por profissionais do setor , proprietários de bares, restaurantes e hotéis, atacadistas, distribuidores de alimentos, importadores e exportadores que passam pelo maior evento de vinhos da América Latina.

A Olive Experience será realizada de 26 a 28 de abril, no Expocenteer Norte, Pavilhão Vermelho, em São Paulo, em uma área de 12 mil metros quadrados. O acesso ao público vai ser das 13 às 21 h, para profissionais, e das 19 às 21h, para consumidores.

"Sabendo que o comprador de vinho também é comprador de azeite, e numa lógica de negócio que agrega valor à comercialização do azeite, decidimos criar esta feira que oferece a nossos expositores e visitantes a vantagem de encontrar estes dois produtos no mesmo espaço, à semelhança do que já acontece na Europa e nos Estados Unidos", afirmam os organizadores do evento.

Exponor está no Brasil há 12 anos

A Exponor Brasil é uma empresa portuguesa especializada na organização de feiras profissionais e eventos. No Brasil desde 1999, já foi responsável por mais de 40 feiras e diversos eventos, sendo eles de cunho coorporativo ou mesmo cultural. Pertencendo à AEP – Associação Empresarial de Portugal, a Exponor é o maior organizador de feiras e eventos em Portugal, onde possui seu próprio centro de convenções na região do Porto, norte do país.

Força Aérea dos EUA terá tecnologia portuguesa




A Critical Software, empresa nacional sediada em Coimbra, é a única empresa estrangeira a integrar um consórcio para fornecer serviços de tecnologia de informação para a Força Aérea dos EUA (USAAF).

"Este acordo é o reconhecimento da qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver em mercados maduros e exigentes", explicou à Agência Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da Critical Software.

De acordo com o mesmo responsável, a Força Aérea dos EUA vai adquirir, no âmbito deste acordo, "uma vasta gama de serviços e soluções de TI cobrindo um espetro alargado de operações e missões".

O acordo com a USAAF é "importante, exigente e ambicioso" e terá a duração de "três anos, com mais dois de opção".

A escolha da USAAF pela Critical Software "permite à tecnologia portuguesa estar entre o grupo restrito de fornecedores qualificados" para desenvolver projetos de engenharia de software e TI para o sistema eletrónico da USAAF, congratulou-se ainda o presidente executivo da empresa.

Além de ser "o reconhecimento pelo nosso trabalho", salientou Gonçalo Quadros, a seleção da Critical Software também a coloca no "pelotão da frente das empresas capazes de derrubar as difíceis barreiras à entrada que as organizações norte-americanas colocam no que toca à qualificação da sua cadeia de fornecimento".

A Critical Software foi criada em 1998, para além de Portugal já está presente em mercados como o do Reino Unido, EUA, Brasil, Roménia e Moçambique.

A empresa dedica-se a desenvolver soluções e a fornecer "serviços e tecnologias inovadoras e fiáveis para o suporte de sistemas críticos", orientados aos mercados militares (aeronáutica, espaço e defesa) e civis (indústria, telecomunicações, energia, banca e administração pública.

Portugal vai ter 1.ª torre eólica flutuante no Verão



A costa portuguesa vai ter no Verão, pela primeira vez, uma torre eólica flutuante, disse hoje no Porto, o secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho.

"Este Verão teremos a primeira torre eólica flutuante no mar e a seguir vamos abrir concurso para a colocação de mais torres", referiu Zorrinho, à margem do seminário O Sector das Energias Renováveis em Portugal e França: Oportunidades e Parcerias, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa.

O governante sublinhou que a costa portuguesa tem um "grande potencial" energético, com muito sol e muito vento, mas o mar é muito profundo e turbulento.

"O mar português é de maior profundidade, pelo que tem de ser uma tecnologia diferente da que existe. Vamos investir para sermos pioneiros no desenvolvimento dessa tecnologia".

Carlos Zorrinho referiu que Portugal está a dar passos no offshore, mas "ainda não fez tudo o que tinha a fazer no inshore", pelo que vai continuar a ser aumentada a capacidade de produção de energia eólica em terra.

Portugueses estiveram na origem da indústria do queijo no Brasil



O Brasil é o sétimo maior produtor mundial de queijos. A moderna indústria de queijos e de laticínios advém do primeiro ciclo industrial do Brasil no final do século XIX, quando surgiram as primeiras fábricas com máquinas e tecnologia importadas da Europa.

Para pesquisar a rica história dos queijos no Brasil, o jornalista e escritor João Castanho Dias (O leite na Paulicéia e 500 anos de leite no Brasil), viajou do Rio Grande do Sul a Pernambuco coletando material e depoimentos em queijarias e fazendas, num trabalho que uniu cerca de vinte pessoas, entre repórteres, assessores, fotógrafos, ilustradores, e outros profissionais.

O resultado foi a publicação de "Uma longa e deliciosa viagem", o primeiro livro da história do queijo no Brasil.

Dias pesquisou os primeiros cronistas do Brasil e a literatura dos viajantes estrangeiros do século XIX, mais fiéis à realidade.

A primeira queijaria brasileira foi fundada em 1581, na Bahia

Animais inexistentes até então no Brasil, as vacas foram introduzidas no país em 1532 pelos portugueses e a  primeira queijaria surgiu em 1581 no colégio dos jesuítas em Salvador, na Bahia.

A vinda da corte portuguesa, já no século XIX,  “europeirizou” a gastronomia. Então uma mistura da cozinha negra e índia com seus pratos à base de mandioca, milho, feijão e carne de porco, a culinária do Brasil a partir de 1808 seria outra, mais sofisticada nos aparatos de mesa – pratos, talheres, toalhas – e na comida em si com receitas de doces e salgados de origem luso-francesa nas quais não faltavam cremes de leite, queijos, manteiga.

Quem saiu ganhando com isso foi a incipiente indústria de laticínios que ressurge com toda força, sobretudo, no sul de Minas Gerais para abastecer a enorme demanda de lácteos que se verificou na época no mercado do Rio de Janeiro.

Portugal em projecto para criar Mercosul digital


O projecto vai permitir que os contratos online tenham validade jurídica
O projecto vai permitir que os contratos onlione tenham validade jurídica

Se um cibernauta português fizer compras num site brasileiro e for enganado, a que autoridade deverá recorrer para o ajudar? Nenhuma. Enquanto não sair do papel o acordo assinado entre Portugal e Brasil para que os certificados digitais tenham valor jurídico, comprar arte baiana pela internet será sempre uma aventura.

E o mesmo se passa na situação inversa, caso um nordestino se lembre de comprar queijo de cabra da Serra da Estrela numa loja online portuguesa. Nem a DECO nem o homólogo brasileiro ProCom têm jurisdição fora do país.

Este é um dos problemas que poderá ser resolvido no âmbito do Mercosul Digital, um projecto de 9,6 milhões de euros financiado a 80% pela União Europeia .

A ideia é abrir uma espécie de "espaço Schengen" do comércio electrónico entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e os países da União Europeia, promovendo trocas seguras e com certificação digital. Além do investimento em infra-estruturas como banda larga e governo electrónico, o Mercosul Digital inclui a homogeneização jurídica dos contratos de compra e venda na internet.

E o primeiro projecto-piloto deverá ser exactamente entre Portugal e Brasil, os primeiros países a assinarem um acordo que só necessita agora de transposição técnica.

"Na hora que a gente compra dentro do país, não usa uma identificação electrónica", explica Gerson Rolim, coordenador brasileiro do projecto Mercosul Digital, durante um workshop sobre a iniciativa em Lisboa, na semana passada. "Mas se algo correr mal quando compra online fora do país, para quem você vai chorar?", questionou. O responsável frisou que existem, neste momento, 23 milhões de brasileiros com o hábito de fazer compras online. "

É uma grande oportunidade de negócio para as pequenas e médias empresas portuguesas", afirmou o coordenador. Só o comércio B2B (empresa a empresa) valeu 416 mil milhões de euros em 2010. "É um segmento que chega perto do valor do PIB de algumas nações", comparou Gerson Rolim.

"Portugal podia estar a chegar perto disto", reiterou o responsável, para quem este projecto se trata de implementar "uma infovia de comunicação com segurança tecnológica e validade jurídica". Até porque o Brasil arrancou recentemente com uma Bolsa de Negócios na internet, um espaço de match making empresarial, onde já estão inscritas 12 mil organizações. "É preciso implementar a validade do reconhecimento mútuo dos certificados", reforçou.

Apesar de ter sido responsável pela confusão nas últimas eleições presidenciais, o Cartão do Cidadão é um dos principais trunfos de Portugal na validação de certificados digitais. Olivier Piou, CEO da empresa de segurança e encriptação Gemalto, refere que basta um leitor simples de cartões, que se liga por USB ao computador, para usar o Cartão do Cidadão como assinatura digital. "Portugal é um dos países líderes na competitividade e preparação digital na Europa", considerou.

Deputado português visita complexo Aquiraz Riviera e CBP-CE


Carlos Páscoa  (PSD /Partido Social-Democrata), deputado à Assembleia da República  pelo Círculo de Fora da Europa, está hoje em Fortaleza, onde visita o empreendimento Aquiraz Riviera e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP-CE).

O parlamentar português será recebido pelo diretor de Projeto do Aquiraz Riviera e presidente da CBP-CE, Jorge Chaskelmann, e pelo Presidente do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio do Brasil (CCPCB), Rômulo Alexandre.

Formado em Direito e Economia, e tendo exercido a função de administrador de empresas, Carlos Páscoa radicou-se há décadas no Rio de Janeiro, sendo atualmente, na Assembleia Portuguesa, membro da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, da Comissão de Orçamento e Finanças e do Grupo de Trabalho “Associativismo e Comunicação Social na Emigração”.

Secretário de Estado do Turismo de Portugal no Fórum Panrotas 2011



O secretário de Estado do Turismo de Portugal, Bernardo Trindade, é um dos oradores do Fórum Panrotas 2011, que, com o turismo brasileiro em alta em Portugal, está a suscitar renovada atenção, uma vez que tradicionalmente é um evento que reúne “a nata” do turismo brasileiro.

A aguçar o interesse está também o facto de o Fórum Panrotas, que decorre a 28 e 29 de Março em São Paulo, sob o tema “Tendências do Turismo no Brasil e no Mundo”, evidenciar a disputa mundial pelo “explosivo” mercado outgoing brasileiro, com três protagonistas evidentes, o próprio Brasil, que vive uma situação de “grande aquecimento” da procura doméstica, os Estados Unidos e a Europa.

O primeiro painel do Forum, embora tenha como tema “Estruturação e promoção de destinos”, centrando-se nas “experiências e recomendações de destinos consagrados para o Brasil”, uma vez que também os Estados Unidos e a Europa se contam entre os maiores emissores de turistas para o Brasil, não deixa de reflectir essa disputa por atrair as atenções dos turistas brasileiros.

Além de Bernardo Trindade, na primeira sessão do Fórum vão intervir os norte-americanos George Fertitta, CEO da NYC Company – Tourism Development, e Gary Sain, CEO do Visit Orlando, bem como o presidente da Embratur, Mário Moysés.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Rio Investment 2011 conta com apoio da Câmara Portuguesa do Rio



As oportunidades de investimento e de negócios no estado do Rio de Janeiro estarão em destaque no Rio Investment 2011, um evento que vai reunir empresários e investidores de vários países, de 22 a 24 de março, no Rio de Janeiro.

Durante três dias, empresários brasileiros e estrangeiros vão ter acesso a resumos estratégicos dos projetos para a cidade, além de reuniões privadas com autoridades e visitas a locais estratégicos para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

O Rio Investment 2011, que decorrerá centro de Convenções Bolsa do Rio, no centro da cidade, é uma realização do Governo do Estado do Rio e da Infocast, com o apoio da Federasur e da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

As autoridades estaduais estimam que as oportunidades de investimento no Rio, nos próximos três anos, possam chegar a US$ 90 mil milhões de dólares. Petróleo e gás, mineração, construção naval, energia e siderurgia são alguns dos setores com mais potencial, além dos grandes projetos de infraestrutura de apoio à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.
Os associados da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, uma das entidades apoiantes do evento, têm desconto de 15% no pagamento da inscrição, que pode ser efetuada pelo site www.infocastinc.com/rioinvest-port

Para mais informações, consultar 
Câmara Portuguesa de Com. e Ind. do Rio de Janeiro
Av. Graça Aranha, nº.1 - 6º andar - Centro
Rio de Janeiro - RJ - 20030-002
Tel./Fax: 55 21 2533-4189

Momento Brasil: a oportunidade de investimento



O Brasil vive um contexto económico único e as oportunidades de investimento, também estrangeiro, no país multiplicam-se.

O Brasil tem uma tradição de décadas no que respeita designadamente ao sistema de franchising, promovendo o desenvolvimento de novos conceitos e criação de sistemas.

“Com o Momento Brasil iniciou-se agora uma nova fase, com a entrada no país de marcas e sistemas consagrados a nível mundial, assim como com a explosão dos serviços e dos centros comerciais”, explicou no evento organizado pela Associação Portuguesa da Franchise “À mesa com o Franchising” Cristiano Vaz Toste, advogado da Portela, Campos Bicudo e Jaloreto Advogados, com sede em São Paulo.

De acordo com o perfil traçado por Cristiano Vaz Toste e Marcelo Bicudo, convidados pela Caetano de Freitas & Asociados para o evento, realizado no passado dia 1 de Fevereiro, a evolução dos mercados de rua e centros comerciais no Brasil tem sido bastante positiva nos últimos anos, abrindo oportunidades de implementação de marcas estrangeiras no país, nomeadamente em regime de franchising.

Os grandes pólos urbanos, como São Paulo, Campinas e tantos outros são hoje eleitos para a internacionalização das marcas, mas “existem grandes potencialidades noutras zonas de menor dimensão, menos exploradas, onde existe ainda um deficit de oferta de produtos e serviços, sendo um óptimo ponto de partida para as empresas que se querem implementar no país”.

A nova realidade brasileira, onde existe maior poder de compra nas classes emergentes à classe média, faz com que o mercado de marcas estrangeiras seja bastante procurado e aceite, e o posicionamento de empresas estrangeiras no Brasil ganha cada vez maior relevo na decisão de compra dos brasileiros.

Portugal e Brasil desenvolvem actualmente sinergias que permitem a implementação de empresas portuguesas do outro lado do Atlântico. Existem entidades públicas brasileiras, de indústria e de comércio, sociedades de advogados, a Associação Brasileira de Franchising (ABF), que desempenham um papel fundamental na concretização dos negócios. Este ano, a Associação Portuguesa da Franchise estuda a hipótese de levar à Feira de Franchising da ABF, que se realiza entre 8 e 11 de Junho próximo, uma comitiva de empresas nacionais.

Confira a Revista Brasil-Portugal no Ceará nº 5
























Sempre empenhada em divulgar e consolidar a imagem de seus associados, tanto entre si quanto junto ao mercado cearense, a Revista Brasil-Portugal no Ceará, editada pela Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), acaba de publicar a sua quinta edição, com notícias de grande interesse para empresários e executivos e análise sobre as perspectivas para 2011, acordos interinstitucionais, logística e energias renováveis, entre outros.

Com tiragem de 3 mil exemplares, a Revista Brasil-Portugal no Ceará é distribuída gratuitamente.

Para receber um exemplar ou anunciar na revista, basta entrar em contacto com a Secretaria da Câmara Brasil-Portugal no Ceará, pelo telefone 085 3261.7423 ou do email secretariace@brasilportugal.org.br.

Para ler a revista online, acesse o site da CBP-CE clicando aqui.

Hotel Naoum Plaza Brasíla promove Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal


O arroz de pato é uma das receitas típicas oportuguesas que poderá ser apreciada durante o evento 

Em colaboração com a Embaixada de Portugal/InstitutoCamões, a companhia aérea portuguesa TAP e o hotel Dom Pedro Palace, Lisboa, o hotel Naoum Plaza Brasília promove, de 8 a 11 de Fevereiro, a 3ª Semana de Cultura e Gastronomia de Portugal.

A iniciativa conta com o chef Gentil Martins, do hotel Dom Pedro Palace, a exposição a Arte do Azulejo em Portugal e uma mostra de filmes portugueses.

Leia mais na Revista Hotéis

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NAS ROTAS DA LUSOFONIA - GOA, DAMÃO E DIU - Um território indiano de grande beleza, Património Mundial da Humanidade (UNESCO) antigo Estado Português da Índia, com Goa como capital, desde 1510 até 1961.


 CIDADES E REGIÕES - NAS ROTAS DA LUSOFONIA.

Continuamos hoje, com a segunda publicação, o ciclo de "Nas Rotas da Lusofonia", iniciado  em  9 de Dezembro de 2010, sobre MACAU, na China. Hoje,  esta série não sequencial de postagens sobre cidades/Regiões turísticas localizadas nas Rotas da Lusofonia continua  na Ásia, numa região que  também se destaca por suas características únicas da fusão sincrética entre as culturas indiana e portuguesa.

Trata-se de uma região de grandes belezas naturais e edificadas que constituem  patrimônio histórico valioso, a atestar quanto de excepcionalmente notável foi conseguido por um pequeno país situado no extremo ocidente da Europa - Portugal - ao iniciar no século XV e XVI, a maior aventura marítima de expansão comercial e territorial da história da humanidade, tendo-se tornado no maior Império Mundial no século XVI, sendo então um estado-nação com pouco mais de um milhão de habitantes, que realizou pela primeira vez na história da humanidade a Primeira Grande Globalização Planetária, com presença e domínios em todos os continentes.

Pode, por isso, afirmar-se que se o Renascimento Europeu Cultural - Artístico esteve mais representado por países como a Itália (com as suas Repúblicas-Estados), a França, a Holanda, O Renascimento científico, e também Cultural, e o Mercantilistmo económico que tornou a Europa poderosa, foi liderado primeiro pelos portugueses e, só depois, pelos espanhois.

Mas o que não é menos notável e singular, foi a forma como o colonialismo português conseguiu  introduzir uma cultura sincrética de diálogo integrador com as culturas locais e regionais dos 4 continentes, em que a arquitectura, as artes, os ofícios e as ciências, passando pelos modos de vestir, os hábitos e comportamentos, a culinária e, principalmente, a introdução e expansão da própria língua portuguesa, contribuiram para a edificação de uma unidade sincrética forte que ainda hoje, apresenta indeléveis  e marcantes vestígios mesmo no longínquo oriente.

Goa, Damão e Diu e outras cidades da Índia e outros países orientais, que se constituem como Rotas da Lusofonia são fascinantes destinos turísticos não só de grande beleza como de interesse histórico e cultural e possuem estruturas hoteleiras e outros atrativos, como cidades/regiões, que recomendamos devam ser   visitadas e onde investimentos e negócios apresentam um grande potencial de bom retorno.

Na próxima publicação de "Nas Rotas da Lusofonia", viajaremos até Timor, com breves apontamentos sobre a Indonésia e a Austrália, também viajadas pelos portugueses, como primeiros ocidentais a chegarem ali. Depois, na publicação seguinte desta série, mudaremos de continente e viajaremos pelo Brasil, começando pelo Estado do Rio Grande do Norte e pela sua capital, Natal, por ter sido esta região do Brasil a ser viajada em primeiro lugar pelos navegadores portugueses.
 

Caracterização: 

Goa é um estado da Índia. Situa-se entre Maharashtra a norte e Karmataka a leste e sul, na costa do Marda Arábia, a cerca de 400 km a sul de Bombaim. É o menor dos estados indianos em território e quarto menor em população, e o mais rico em PIB per capita da Índia.

A sua língua oficial é o concani, mas ainda existem pessoas neste estado que falam português, devido ao domínio de Portugal na região por mais de 400 anos. As suas principais cidades são Vasco da Gama, Panaji (ou Pangim, antigo nome português), Margão (Madgaon, pronúncia aproximada em concanim) e Mapusa. Goa, a partir de 1510, foi a capital do Estado Português da Índia, tendo sido integrada pela força na União Indiana em 1961
As suas igrejas e conventos encontram-se classificadas como Património da Humanidader pela UNESCO.

Antecedentes

A primeira referência a Goa data de cerca de 2200 a.C., em escrita cuneiforme da Suméria, onde é chamada Gubio. Formada por povos de diferentes etnias da Índia,  a influência dos sumérios aparece no primeiro sistema de medidas da região.

Por volta de 1775 a.C. os Fenícios estabeleceram-se em Goa.
No período Védico tardio (1000-500 a.C.) é chamada, em sânscrito, Gomantak, que significa "terra semelhante ao paraíso, fértil e com águas boas". O Mahabharata conta que os primeiros arianos que chegaram a Goa eram fugitivos da extinção, pela seca, do rio Saraswati, noventa e seis famílias que chegaram por volta de 1000 a.C. A eles se uniram os Kundbis vindos do sul, para, durante 250 anos, resgatar solo do mar, aumentando o espaço fértil entre este e as montanhas.

Cerca de 200 a.C. Goa tornou-se a fronteira sul do império de Ashoka: os dravidianos tinham sido empurrados para o sul pelos arianos, como refere a Geografia de Estrabão. Por volta de 530-550, Goa é citada como um dos melhores portos do Industão, sendo chamada de Sindabur, Chandrapur ou Buvah-Sindabur pelos árabes e turcos.

Depois do império Maurya (321-185 a.C.) Goa foi disputada por vários impérios em batalhas sangrentas. Por volta do século X Goa, então concentrada em torno do rio Zuari, prosperou pelo comércio com os árabes. Em 1347 caiu sob domínio islâmico e muitos templos a deuses hindus foram destruídos.

Presença portuguesa


Vista de Goa em 1509, in Braun e Hogenberg, 1600

Capela de Santa Catarina, erguida durante a ocupação portuguesa. Não confundir com a Sé de Santa Catarina, de maiores dimensões, também na Velha Goa.

Goa foi cobiçada por ser o melhor porto comercial da região. A primeira investida portuguesa deu-se em 1510, de 4 de Março a 20 de Maio. Nesse mesmo ano, em uma segunda expedição, a 25 de Novembro, Afonso de Albuquerque,  auxiliado pelo corsário hindu Timoja, tomou Goa aos árabes, que se renderam sem combate, por o sultão se achar em guerra com o Decão. Nesse período, um cronista português descreve Goa, no período de 1512-1515:


Mapa de Goa, in Histoire générale des Voyages, de la Harpe, 1750
"Os gentios do reino de Goa são mais válidos que os do reino de Camboja. Têm formosos templos seus neste reino, têm sacerdotes ou brâmanes de muitas maneiras. Há entre estes brâmanes gerações muito honradas deles, não comem coisa que tivesse sangue nem coisa feita por mão de outrem (…). As gentes do reino de Goa por nenhum tormento não confessarão coisa que façam. Sofrem grandemente e soem ser atormentados de diversos tormentos. Antes morrem que confessar o que determinaram calar. E as mulheres de Goa são jeitosas no vestir, as que dançam e volteiam o fazem com melhor maneira que todas as destas partes. (…) E costuma-se grandemente neste reino de Goa, toda mulher de gentio queimar-se por morte de seu marido. Entre si têm todos isto em apreço e os parentes dela ficam desonrados quando se não querem queimar e eles com admoestações as fazem queimar. As que de má mente recebem o sacrifício e as que de todo ponto não se queimam ficam públicas fornicárias e ganham para as despesas e fábricas dos templos donde são freguesas. Este gentios têm cada um uma mulher por ordenança, e muitos brâmanes prometem castidade e sustêm-na sempre. Nos outros portos de Goa se carrega muito arroz, sal, bétele, areca." (A 'Suma Oriental' de Tomé Pires. (Ed. Armando Cortesão, 1978. p. 212-218.)
Uma outra descrição coeva fornece maiores detalhes:
"[Goa] é habitada de muitos mouros honrados, muitos deles estrangeiros de muitas partidas. Eram homens brancos, entre os quais, além de muito ricos mercadores que aí havia, eram outros lavradores. A terra por ser muito bom porto, era de grade trato, onde vinham muitas naus de Meca e da cidade de Adem, Ormuz, de Cambaia e do Malabar  (…). É a cidade mui grande, de boas casas, bem cercada de fortes muros, torres e cubelos; ao redor dela muitas hortas e pomares, com muitas formosas árvores e tanques de boa água com mesquitas e casas de oração de gentios. A terra é toda arredor muito aproveitada (…). Neste porto de Goa há grande trato de muitas mercadorias de todo o Malabar, Chaul e Dabul, do grande reino de Cambaia, que se gastam para a terra firme. Do reino de Ormuz vem aqui cada ano muitas naus carregadas de cavalos, os quais vêm aqui comprar muitas mercadorias do grande reino de Narsinga e Daquem, e compram cada um a duzentos e trezentos cruzados e segundo é, e vão-nos a vender aos reis e senhores aqui das suas terras, e, todos, uns e outros, ganham nisso muito e assim el-rei nosso senhor, que de cada cavalo tem quarenta cruzados de direitos." (Livro que dá relação do que viu e ouviu no Oriente Duarte Barbosa. (Lisboa: Ed. Augusto Reis Machado, 1946. p. 89-91.)
Com a derrota dos muçulmanos da região, em 1533 um quinto dela estava sob domínio português, recebendo o nome de "Velhas Conquistas". Os governadores portugueses da cidade pretendiam que fosse uma extensão de Lisboa no Oriente e para tal criaram algumas instituições e construíram-se várias Igrejas para expandir o cristianismo e fortificações para a defender de ataques externos.


Armas de Goa (1675)
A partir de meados do século XVIII verifica-se um alargamento dos territórios de Goa, que passam a integrar as "Novas Conquistas".
Apesar de, com a chegada da Inquisição (1560-1812,  muitos dos residentes locais terem sido convertidos violentamente ao Cristianismo ameaçados com castigos ou confisco de terra, títulos ou propriedades, a maior parte das conversões foram voluntárias tendo muitos dos missionários que aí pregaram alcançado fama. Entre estes conta-se São Francisco Xavier,  que ficou conhecido como o "Apóstolo das Índias" por ter exercido a sua missionação não só em Goa, mas também noutros pontos da Índia, como Uvari que não se encontravam sob domínio Português.

A decadência do porto no século XVII foi conseqüência das derrotas militares dos portugueses para a Companhia Neerlandesa das Índias Orientais dos Países Baixos  no Oriente, tornando o Brasil e, mais tarde, no século XIX, as colónias africanas, o centro econômico de Portugal. Houve dois curtos períodos de dominação britânica (1797-1798 e 1802-1813) e poucas outras ameaças externas após este período.
Durante o domínio britânico na Índia, muitos habitantes de Goa emigraram para Mumbai, Calcutá, Puna, Karachi  e outras cidades. O isolamento de Goa diminuiu com a construção das vias férreas a partir de 1881, mas a emigração em busca de melhores oportunidades econômicas aumentou.
Em 1842 foi fundada a Escola Médico-Cirúrgica de Goa que formou médicos que viriam a exercer em todo o Imério Português.
Em 1900 Goa teve seu primeiro jornal bilíngüe gujarati-português.

A independência da Índia


Câmara Municipal de Margão,  segunda maior cidade da região.

Arquitectura residencial tradicional de Goa visivelmente influenciada pela presença portuguesa.

No contexto da descolonizaç, após os ingleses terem deixado a Índia (1947) e os franceses Pondicherry (1954), o governo português, liderado por António de Oliveira SALAZAR, recusou-se a negociar com a Índia. Por essa razão, de 18 para 19 de Dezembro de 1961 uma força indiana de 40.000 soldados conquistou Goa, encontrando pouca resistência. À época, o Conselho de Segurança da ONU considerou uma resolução que condenava a invasão, o que foi vetado pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. A maioria das nações reconheceram a acção da Índia, mas Portugal apenas a reconheceu após a Revolução dos Cravos em 1974.

A parte urbana de Goa denomina-se actualmente Pangim (também Panjim ou Panaji). Apenas a parte histórica da cidade, hoje pouco habitada, conserva o nome antigo.

Newsreel footage of Goa, 1955

Compilação e texto:
Carlos Morais dos Santos
Fontes de pesquiza:
Internet, Google, Wikipédia, YouTube, Fundação Oriente