
Trata-se de um investimento de R$ 350 milhões pela dona da obra – a EDP Renováveis, controlada pela Electricidade de Portugal, que entrou no Brasil em 1992, quando comprou a Escelsa, de Vitória.
Além de controlar a distribuidora Bandeirante, em São Paulo, a EDP é dona de alguns cataventos com potência de 13,8 MW em Santa Catarina.
O investimento no litoral norte gaúcho é uma parcela menor dos R$ 2 biliões que a EDP pretende aplicar em energia no Brasil até 2012.
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